Mostrando postagens com marcador engenheiro estrangeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador engenheiro estrangeiro. Mostrar todas as postagens

Será Que Agora Vai?! Fim Do Recolhimento Obrigatório Do CONFEA/CREA

Uma proposta legislativa para extinguir o pagamento de anuidade de todos os conselhos de classe profissionais, foi apresentada no senado no dia 26 de janeiro de 2019 e endossada no último dia 06 de março pela Deputada Federal Joice Hasselmann (PSL) nas redes sociais. 


Citando alguns exemplos:  Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e conselhos de classe, como Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), entre muitos outros, listaremos todos eles no final da matéria.
De acordo com o projeto, o pagamento anual é similar a forma de como o imposto sindical era cobrado, e que acabou sendo extinta na última Reforma Trabalhista.
Há muitas reclamações de brasileiros que estão impedidos de atuar em suas áreas por não conseguirem pagar as altas taxas.
“A obrigatoriedade de pagamento da anuidade de órgãos regulatórios como CREA, CAU, OAB, entre outros, somente onera o profissional e não agrega em nada para o desenvolvimento da classe."
A ideia é que seja facultativo o pagamento somente da anuidade, não se estendendo para outros tipos de serviços como recolher ART, no caso de engenheiro”, via publicação no site do Senado e que está em votação aberta a todos os profissionais destes conselhos.( ⇐ Acesse se quiser votar contra ou a favor)
Fazendo uma analogia com DETRAN, que emite um habilitação para dirigir ou pilotar veículos, independente se o cidadão têm habilidade prática ou não, conselhos de classe funcionam da mesma forma. 
É considerado habilitado a exercer uma profissão específica quando comprovar conclusão de um curso reconhecido pelo MEC devidamente registrado. 
Outra atribuição importante dos conselhos de classe é o papel da fiscalização das atividades inerentes à área de atuação do profissional, exemplo: Fiscalização de uma obra, verificar se o mesmo foi executado por um profissional capacitado e se as normativas éticas estão sendo seguidas.

Conselhos de Classe do Brasil

  • Conselho Federal de Administração (CFA) e conselhos regionais (CRA)
  • Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e conselhos regionais (seccionais da OAB)
  • Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU)
  • Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) e conselhos regionais (CRESS)
  • Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) e conselhos regionais (CRB)
  • Conselho Federal de Biologia (CFBIO) e conselhos regionais (CRBIO)
  • Conselho Federal de Biomedicina (CFBM) e conselhos regionais (CRBM)
  • Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e conselhos regionais (CRC)
  • Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI) e conselhos regionais (CRECI)
  • Conselho Federal de Economia (CFE) e conselhos regionais (CORECON)
  • Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) e conselhos regionais (CREF)
  • Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e conselhos regionais (COREN)
  • Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e conselhos regionais (CREA)
  • Conselho Federal de Estatística (CONFE) e conselhos regionais (CONRE)
  • Conselho Federal de Farmácia (CFF) e conselhos regionais (CRF)
  • Sociedade Brasileira de Física (SBF)
  • Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) e conselhos regionais (CREFITO)
  • Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa) e conselhos regionais (CREFONO ou CRFa)
  • Magistrados Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)
  • Conselho Federal de Medicina (CFM) e conselhos regionais (CRM)
  • Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e conselhos regionais (CRMV)
  • Conselho Federal de Museologia (COFEM) e conselhos regionais (COREM)
  • Músicos Ordem dos Músicos do Brasil (OMB)
  • Conselho Federal de Nutrição (CFN) e conselhos regionais (CRN)
  • Conselho Federal de Odontologia (CFO) e conselhos regionais (CRO)
  • Conselho Federal de Psicologia do Brasil (CFP) e conselhos regionais (CRP)
  • Conselho Federal de Química (CFQ) e conselhos regionais (CRQ)
  • Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas (Conrerp) e conselhos regionais (CONFERP)
  • Conselho Federal dos Representantes Comerciais (CONFERE) e conselhos regionais (CORE)
  • Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) e conselhos regionais (CRTR)
  • Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT)

Essa torre de microalgas filtra o ar como 400 árvores

Com o desafio de reduzir o dióxido de carbono atmosférico, um jovem mexicano chamado Carlos Monroy Sampieri criou uma torre com filtro de microalgas que gera ar saudável no meio dos centros urbanos.

Estas são chamadas de torres Biourban, que possuem um sistema de biofiltração de poluentes atmosféricos, elas são capazes de melhorar muito a qualidade do ar, como se fossem árvores artificiais.
Sua startup Biomitech foi a vencedora do Heineken Green Challenge durante o festival de empreendedorismo da INCMT 2018, organizado pela Tec de Monterrey.
Como funciona?
Através da fotossíntese, as algas transformam dióxido de carbono em oxigênio e expelem a biomassa, que pode ser usada como adubo ou biocombustível.
“Um filtro que você joga e contamina, e neste caso, microalgas são algo que já existe e está no ambiente. Isso nos ajuda a fabricar produtos sem contaminação “, diz Monroy.
As torres possuem sensores que monitoram a qualidade do ar e são auto-sustentáveis, já que funcionam com energia solar.

Fonte: Engenharia é

Gostou da matéria?
Curta e compartilhe com os amigos.

CONFEA e CREA Emitem Nota Sobre A Tragédia Em Brumadinho-MG

Diversas entidades que compõem o Sistema Confea/Crea manifestaram-se em decorrência do rompimento da barragem da Mina do Feijão, em Brumadinho-MG. 
No último sábado (26), o Confea e o Crea-MG assinaram uma nota conjunta, lamentando o incidente da última sexta, que já registrou a morte de 60 pessoas até o início da tarde desta segunda-feira. Todas as entidades se solidarizam com as vítimas e destacam a importância da Engenharia e das Geociências do país.

Em sua conclusão, a nota afirma: “Os Conselhos reforçam a necessidade de discutir alternativas e protocolos técnicos capazes de minimizar riscos sociais e ambientais, assim como as políticas de licenciamento ambiental e de segurança de barragens. Para o Sistema Confea/Crea é imperativo trabalhar com demais órgãos técnicos na busca de soluções definitivas para que desastres como esse jamais voltem a acontecer em nosso país”.

Para a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), "é lamentável que o Brasil, um dos países que mais tem se destacado na preocupação com as questões ambientais nos últimos anos, venha diminuindo iniciativas nesse sentido e sofra mais uma vez com uma ocorrência que certamente terá sérias consequências para a região e para o país, a exemplo do rompimento da barragem em Mariana-MG". Lembrando que há 52 anos sua atuação em prol do saneamento e da qualidade de vida a legitimou a atuar junto ao Comitê de Bacias Hidrográficas, onde o tema da segurança das barragens recebe constantes debates, a entidade afirma que "as efetivas ações de prevenção e fiscalização dessas barragens ainda são pontos que não têm a devida transparência e informação disponíveis à sociedade". E convoca profissionais, estudiosos, poder público, sociedade e outras entidades ambientais a mobilizarem-se nacionalmente em torno de um desenvolvimento sustentável benéfico ao país e ao mundo. 

“É com pesar que externamos nossa solidariedade às famílias das vítimas da tragédia de Brumadinho, Minas Gerais. Lamentamos por mais um cenário catastrófico, o Brasil está de luto juntamente com a Engenharia de Segurança do Trabalho”, declarou a Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho (Anest).


Negligências e questionamentos
Com um alerta ao governo federal para a necessidade de rigor na fiscalização e no cumprimento da legislação ambiental e de respectivos protocolos de segurança, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) também prestou solidariedade às vítimas e familiares de mortos e desaparecidos, entre eles, profissionais de engenharia. “A tragédia, resultante de negligências diante de alertas da sociedade civil organizada, impõe ao Brasil a urgente tarefa de controle social desses empreendimentos. Reivindicamos, ainda, o fortalecimento das instituições públicas de fiscalização, auditoria e monitoramento, bem como responsabilização, punição rigorosa aos envolvidos e reparação às famílias e à população atingida”. 


E conclui, enaltecendo a “competência, a inteligência e a capacidade técnica da engenharia brasileira e de especialistas das universidades públicas em proporcionar soluções para a contenção de danos, logística e reconstrução da região”.

O contexto das barragens de rejeito e de águas do Estado de São Paulo serviu de parâmetro para a nota da Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo). Após uma consulta ao site da Agência Nacional de Águas (ANA), a entidade relatou que apenas 197 das 7.171 barragens outorgadas do Estado estão cadastradas no Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB), criado pela Lei Federal nº 12.334/2010. 


Identificando outras falhas no registro, sobretudo das barragens de grande porte, acima de 15 metros e com alto dano potencial associado, a entidade faz cinco importantes questionamentos às autoridades, colocando-se à disposição para auxiliar na aplicação da Política Nacional de Segurança de Barragens. Posteriormente, a entidade publicou uma segunda nota sobre a tragédia.

Conhecimento e prejuízos ambientais e humanos

Após lembrar que "a construção e a operação de uma barragem agregam conhecimentos multidisciplinares, abrangendo grande parte das engenharias, geologia, geotecnia e agronomia”, a Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (Fenemi) lastimou a “desvalorização de nossa engenharia no Brasil”, desde a formação do engenheiro à ausência de empreendimentos.


A Fenemi associa a escassez de profissionais experientes nas grandes obras atuais, em detrimento a mão de obra menos dispendiosa, à contratação pelo Regime Diferenciado de Contratações e ao pregão, que “desvalorizaram a engenharia, trazendo consigo um resultado ‘aprovado’ burocraticamente pelos órgãos de controle estatais, mas sem o devido amadurecimento técnico necessário”, apoiando a aprovação do PLC 13/2013, que trata da Carreira Técnica de Estado para Engenheiros e Arquitetos, ressaltando ainda que “as palavras-chave para evitar catástrofes como essas são manutenção e monitoramento, que exigem equipes multidisciplinares, bem treinadas e experientes”.

A Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge) solidarizou-se com as vítimas, lembrou que os prejuízos ambientais e humanos são interdependentes e indissociáveis e considerou que “as entidades da engenharia estão consternadas e preocupadas com a situação de outras intervenções que podem resultar em novas tragédias, sejam elas pontuais como esta ou que vão deteriorando o ambiente ao longo do tempo”.

Fonte: CONFEA

Fim Da Anuidade Do CREA?

O senado abriu uma idéia legislativa com a proposta enviada pelo Engenheiro Tiago Sanches Zocolaro.

A proposta visa a extinção da cobrança de anuidade para orgãos regulamentadores como o CREA, CAU, OAB etc. Segundo o próprio Engº Tiago, esses orgãos "somente onera o profissional e não agrega em nada para o desenvolvimento da classe" (SIC).

Essa petição precisa de ao menos 20 mil apoios para que se torne uma sugestão Legislativa e entre na pauta dos Senadores da República.
Para apoiar você pode acessar esse LINK.

Compartilhe essa matéria com os amigos e curta nossa página no facebook: Srº Engenheiro.

Sirius: o acelerador de elétrons brasileiro será inaugurado essa semana



Parece um estádio de futebol, mas somente por fora. Por dentro, a sensação é de estar caminhando em outro mundo, na fronteira da tecnologia, cercado de inovação por todos os lados. E o mais incrível: quase tudo feito aqui no Brasil mesmo.



Projetado por cientistas brasileiros, desenvolvido por empresas nacionais, o Sirius veio para mudar a ciência no Brasil. A nova fonte de luz síncrotron do Brasil, que está próxima de entrar em operação no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas.

Com custo de R$ 1,8 bilhão, é o projeto mais grandioso e tecnologicamente complexo da ciência brasileira. O prédio, de 15 metros de altura e 68 mil metros quadrados, será inaugurado oficialmente nesta quarta-feira pelo presidente Michel Temer e o ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab.



Mas o que faz esse Sirius?

Ele é um acelerador de elétrons com mais de 500 metros de circunferência, que produz a luz síncrotron – está em fase final de montagem, e deve entrar em operação no segundo semestre de 2019. Com ela, cientistas poderão fazer imagens 3D de altíssima resolução e investigar a fundo a estrutura molecular de qualquer tipo de material.

O Sirius será uma das fontes de luz síncrotron mais poderosas do mundo, num país onde os investimentos em ciência só caíram nos últimos anos.











“Resiliência é o nome do jogo”, diz o físico Antônio José Roque da Silva, que pilota o projeto desde 2009, inicialmente como diretor do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) e agora, como diretor-geral do CNPEM. (Sic)

Achou útil essa informação? Compartilhe com seus amigos!


Deixe-nos a sua opinião aqui nos comentários.

Obs.: Essa é uma reprodução da matéria do blog Engenharia É.

Reestruturação da Engenharia Pelo CNE Pode Transformá-la Em Tecnólogo

Há um ano o Conselho Nacional de Educação (CNE) vem estudando a possibilidade de reestruturação (novamente) dos cursos de Engenharia. Isso para tornar mais atrativos os cursos de engenharia.

Digo novamente porque em 2005 já houve uma "enxugada" na grade da engenharia. O curso contava com uma média de 4400 horas/aula e passou a ter 3700 horas/aula. Ou seja, de seis anos de curso, passou a ter cinco anos.

A reestruturação pretende formar engenheiros mais empreendedores, com uma base curricular voltada bastante para os negócios, como já acontece em várias faculdades privadas pelo país.

Segundo o CNE, os maiores problemas do curso de engenharia estão situados na carga horária das matérias teóricas deixando para trás a prática.



Há quem diga que as Universidades brasileiras deveriam se espelhar na faculdades da Europa ou dos Estados Unidos, como no caso da Faculdade de Engenharia Franklin W. Olin, em Massachusetts, que em pouco mais de vinte anos (foi inaugurada em 1997), registrou maior e coesão entre engenheiros e as exigências do mercado, isso porque nessa IES os alunos calouros ao invés de estudarem matemáticas e ciências nos primeiros semestres, já partem para criação de projetos.

O que está tentando ser feito é diminuir ainda mais as horas/ aula dos, atualmente, cinco anos para quatro ou menos.

Um curso tecnólogo hoje em dia dura três anos.

Porém, para que isso aconteça no Brasil, tem que se mudar a formação básica dos jovens, ainda no ensino médio.


Hoje os adolescentes aptos a ingressar numa faculdade saem do ensino médio sem saber para que serve a fórmula de Bhaskara, ou sequer sabem a aplicação das Leis de Newton.


É preciso investir na base antes que mudar as grades das faculdades.

Conversamos com o Professor Mestre em Engenharia Renato De Marchi Vieira dos Santos sobre o assunto. Ele comentou sobre as diferenças entre a época em que se formou e os estudos atualmente: " Me formei em 2007. A diferença que vejo hoje está relacionado ao acesso à informação. A internet era quase inexistente, cara e lenta. Hoje temos simuladores de processo, por exemplo e vários bancos de dados digitais que dão ferramentas tecnológicas bem avançadas para a engenharia. Nosso curso formava muito o famoso engenheiro calculista e não tinha conceitos sobre oportunidades de melhoria e performance, gestão de negócios e interdisciplinaridade como se vê hoje nos cursos de engenharia. Fazíamos cálculos de processos industriais de 4 ou 5 páginas cada exercício mas não tinha uma aplicação ou não sabíamos de fato o que estávamos fazendo. Hoje tudo pode ser determinado por meios e conceitos tecnológicos de modo mais rápido e efetivo."

O professor disse que a reestruturação pode ser boa se o intuito for suprir a demanda do mercado de trabalho, mas se for só para satisfazer desejos econômicos das universidades particulares será uma verdadeira demência.

Sobre o tamanho da grade de aulas, o professor diz ainda ser pequena: "Na graduação vemos apenas os fundamentos de todos os conceitos. As explorações e experimentações de novos conceitos devem ser mais amplamente explicitados aos alunos e deixar o futuro profissional muito mais confiante. Pegue qualquer livro da área técnica de engenharia e você verá o volume de páginas. Disso tudo, passamos apenas os fundamentos para que o profissional possa ao menos saber onde encontrar sua informação."

Hoje temos o conhecimento de que o engenheiro é multidisciplinar, podendo atuar em diversas áreas, tanto técnica quanto econômico-administrativa.

"O engenheiro deve ser um estrategista, solucionador de problemas (e por que não conflitos) e também sempre atuar de modo a melhorar continuamente. De nada adianta projetar algo se ele não for economicamente viável, por exemplo. O conhecimento de gestão e administração é atributo "sine qua non" de um engenheiro" Complementa Renato.


Professor MSc Renato de Marchi Vieira dos Santos
Assim como em qualquer área do conhecimento, o profissional nunca poderá parar de estudar e buscar sempre aprender mais,o Mestre aponta que o engenheiro em especial, deve redobrar o nível de busca de conhecimento, uma vez que a tecnologia está sendo atualizada dia após dia. "Deve-se sempre ser crítico à sua própria formação profissional e cabe aos futuros engenheiros sempre buscar uma melhor forma de aprender, se qualificar e ter um currículo competitivo, tanto em idéias quanto de construção de novos conhecimentos."

O Professor Renato tem Graduação em Engenharia Química e é Licenciado em Química. Especializações em Engenharia, Gestão e Educação. Mestrado em Engenharia Mecânica. Doutorando em Engenharia de Processos. Atuação como docente em cursos de engenharia. Professor coordenador dos cursos: Engenharia da Computação, Engenharia Química e Engenharia Mecânica da Faculdade ESAMC Santos. Sócio efetivo da Associação Brasileira de Engenharia Química - ABEQ, da Sociedade Brasileira de Química - SBQ, American Institute of Chemical Engineers - AIChe e da Sociedade Brasileira da Computação. Membro da The American Society of Mechanical Engineers - ASME e do Project Management Institute - PMI. Possui as certificações CAPM (Certified Associate Project Manager) do Project Management Institute - PMI, ITIL Foundation V3 da Axelos Global Best Practice e Lean Six-Sigma White Belt da EDTI - Especialistas em Six Sigma.

Treinamento de AutoCAD Do Básico Ao Avançado em Santos/SP

Que o AutoCAD e uma ferramenta de suma importância para a formação e profissionalismo do Engenheiro ninguém duvida.

A ferramenta mundial para criação de plantas de casas, prédios, shopping ou mesmo de peças automotivas, até mesmo um foguete.

O AutoCAD é multifacetado.

Por esse motivo, caso você tenha interesse em participar de um intensivão de AutoCAD, do básico ao avançado, terá a possibilidade de participar no próximo dia 10 de Novembro.

O treinamento é organizado pela Empresa Junior IMar Jr. Consultoria & Projetos da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em parceria com a escola de cursos Maestria.

Caso tenha interesse em participar ou queira mais informações, acesse o link: Treinamento de AutoCAD do Básico ao Avançado.

Técnicos Industriais Não Terão Mais Registro No CREA

Foi promulgada a Lei Nº 13.639 de 26 de março de 2018, que criou o Conselho Federal dos Técnicos Industriais, Agrícolas e Conselho Regionais dos Técnicos Industriais e Agrícolas.




A lei se originou do Projeto de Lei Nº 5179/2016 da Câmara dos Deputados e teve uma tramitação inferior a dois anos.

As profissões de técnico industrial e técnico agrícola, que atualmente contam com mais de 600 mil profissionais no Brasil oriundos das antigas escolas técnicas, hoje chamadas Institutos Federais, foram inicialmente regulamentadas pela Lei n. 5.524/1968 e pelo Decreto n.  90.922/1985

Pelo decreto, esses profissionais só poderiam exercer suas atividades depois do registro em conselho profissional, que até então não existia, sendo que o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) estava desempenhando a normatização dessas duas categorias.

Para o presidente da Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (Fenata), Mário Limberger, a sanção da lei liberta definitivamente a nossa profissão do Confea e dos CREAS

Em meio ao processo legislativo, de forma mais efusiva, Paulão (PT-AL) chegou a afirmar que “os técnicos industriais e agrícolas querem criar seus conselho federal para ter direito real de voto, por se sentirem “bastardos” no sistema CONFEA/CREA.

Não é o primeiro caso recente de emancipação do sistema CONFEA/CREA. No último dia de seu governo, o presidente Lula promulgou a Lei n. 12.378, de 31.12.2010, que regulamentou o exercício da Arquitetura e Urbanismo; criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal – CAUs.

Esse tema tem fomentado uma intensa discussão dentro das profissões ligadas ao sistema Geo – notadamente Geografia, Engenharia Cartográfica, Agrimensura e Topografia – sobre a efetividade do sistema CONFEA/CREA para as suas realidades. 

Há casos, como o da Geografia, em que os profissionais se formam nas faculdades de Letras e de Ciências Humanas e tiram suas carteiras profissionais nos conselhos regionais de Engenharia e de Agronomia, exemplo que mostra o enorme descasamento entre a academia e a prática profissional.

A criação dos conselhos federais técnicos deveriam servir de ampla reflexão a essas profissões, de maneira a testarem suas capacidades de coesão e de reinvenção ante os desafios contemporâneos das geotecnologias, do ordenamento territorial e da infraestrutura de dados espaciais. 

Os conselhos federais técnicos mostram que o caminho é formar associações profissionais sólidas que discutam e defendam estas soluções no Congresso Nacional com uma pauta única. 

Mas para tanto deverão transcender as discussões corporativas para pensar em algo maior, a estruturação de um real sistema profissional Geo no Brasil.

Fonte: GEO EDUC

Gostou da matéria?
Compartilhe com os amigos e curta nossa página no Facebok Srº Engenheiro.

A importância do Excel na vida profissional do Engenheiro!


A importância do curso de Excel para o Engenheiro
O Excel é uma das ferramentas mais usadas nas organizações, por se tratar de um software que através de suas funções, consegue criar soluções para problemas enfrentados no dia-a-dia. Mesmo com o passar dos anos o Excel continua firme e forte, sendo um dos requisitos básicos para qualquer vaga de estágio ou emprego.

Ele possibilita desde a criação de pequenas tabelas para controle pessoal até planilhas automatizadas para controle de processos complexos. O programa tem capacidade de interpretação de fórmulas e de construção de linhas matemáticas que auxiliam os profissionais a elaborarem planilhas automatizadas. Dentro da empresa, ele pode te ajudar em diversos departamentos, como: Financeiro, Marketing e Produtos, RH e outros.

Uma vez aprendido os conceitos básicos de funcionamento da ferramenta e as principais fórmulas de cálculos, as suas possibilidades serão praticamente infinitas! Suas planilhas são efetivas para administrar, compartilhar e analisar dados e ajudam profissionais a criar tabelas e gráficos de dados. Possui a capacidade de somar, subtrair, dividir e multiplicar números de forma automática, sem que precise usar a calculadora, através de fórmulas simples, o que permite calcular uma grande base de dados de forma única e rápida.

Excel é ainda a ferramenta mais atual para a criação de tabelas e gráficos
Seus principais focos são: economizar tempo, gerenciar gastos, agregar valor ao Networking, melhorar processos e análises críticas e, por fim, te maior facilidade para resolver problemas. Quanto mais você for hábil em Excel, maior é sua capacidade de “vender” suas habilidades!

Para a Engenharia, seus projetos poderão ser organizados e elaborados de uma forma extremamente eficientes e poderão ser executadas as tarefas dentro de prazos e com os recursos necessários e divididos da forma mais correta para sua execução.
Todavia, muita gente se engana em achar que o Excel serve apenas para plotar alguns gráficos e fazer tabelas e comete o erro de achar que já sabe tudo sobre essa ferramenta. Por isso, elegemos um bom curso de Excel para a engenharia: Excel Descomplicado 

Gostou da matéria? 
Compartilhe em suas redes sociais e curta nossas páginas no Facebook Sr. Engenheiro e Engenharia em foco.

Mestrado na França! 3.000 Euros de Desconto

mestrado frança, torre eiffel, eiffel, françaJá pensou em estudar no país do mais notável engenheiro civil do mundo, Gustave Eiffel?



Na nossa última matéria mostramos como se candidatar para fazer mestrado na Itália, agora é a vez da França.

Você se formou em alguma área relacionada ao meio ambiente, essa é uma grande oportunidade de fazer seu mestrado no exterior.


Nantes, ecole de nantes, centrale nantesPara se candidatar a uma vaga, você deve entrar no site da Centrale Nantes, uma das maiores escolas de Engenharia do país.
 

Os melhores colocados ganharam uma bolsa que dá desconto e $3.000 euros na matrícula.

SOBRE A UNIVERSIDADE

A École Centrale de Nantes é conhecida mundialmente por treinar engenheiros de alto nível científico. Faz parte de um networking exclusivo das maiores faculdades do mundo, além de ser reconhecida por varias empresas ao redor do planeta, pra se ter uma ideia, 85% dos alunos formados pela universidade assinam seu primeiro contrato em até dois meses após a formatura.

QUER PARTICIPAR?


  • Seja aluno formando ou profissional em meio ambiente
  • Tenha competência de inglês comprovada pelo TOEFL ou IELTS
  • Visto válido para estudar na França.
Para mais informações clique AQUI e acesse o site.

Gostou da matéria?
Compartilhe nas suas redes sociais e ajude o Blog Srº Engenheiro a crescer.

Quer ser criador de conteúdo? Envie um E-mail para celso@srengenheiro.com

Já imaginou as rodovias produzindo energia elétrica? França está perto desse feito!

placas solares, placa solar, placas resistentes, frança
Apesar de o nosso Brasil estar muito longe de tecnologias desse porte (não por parte das pesquisas, mas sim por parte dos governantes), ao redor do mundo as tecnologias de todas as áreas estão avançando muito rápido.

Hoje iremos falar um pouco sobre geração de energia elétrica através da luz solar. Apesar de não ser relativamente uma tecnologia nova, a forma como será instalada é.



placa solar, placa, asfalto, françaO projeto é uma realização de uma parceria do governo da França com a empresa privada americana Colas

Basicamente o projeto consiste em instalação de placas de células solares nas estradas do país. Mas não se preocupe, as placas são rústicas com 7 milímetros de espessura e capazes de aguentar o peso de veículos de grande porte e resistentes à água da chuva.

A energia captada com a instalação será utilizada para distribuição de lojas e casas nos arredores das estradas, além de fornecer iluminação para a própria rodovia através de sinalização luminosa por LED.

placa solar prática, acessível, françaEstudos apontam que para cada quilômetro de estradas com os painéis, serão gerada energia suficiente para iluminar uma cidade de cinco mil habitantes. Quando o projeto for terminado, estimasse que atenderá cinco milhões de habitantes, o que corresponde à 8% da população de França. 


Segundo um ranking elaborado pela Universidade Columbia em Yale, a França está na décima posição dos países mais "verdes" do planeta e esse projeto poderá ajudar a subir nesse páreo.

O projeto tem um prazo de 5 anos para ficar pronto (uma vez que começou em 2016, restam 3 anos para o término do prazo).


Austrália Investe Pesado em Tecnologia E Contrata Engenheiros Brasileiros

Engenheiro na Austrália21,5%. Essa e a taxa de crescimento de contratações de engenheiro na


Austrália, isso só no primeiro semestre de 2017.

Se você sonha em se formar e trabalhar fora do Brasil (uma vez que, o nosso querido país passa por uma crise de trabalho imensa), a Austrália é uma boa opção.

O governo investirá cerca de R$ 125 bilhões em infraestrutura de telecomunicações até o fim de 2020. Na industria naval será aproximado, por volta de R$ 123 bilhões. E na construção ainda haverá altos investimento, mas ainda não temos o números, por isso é interessante entrar de cabeça nesses projetos desde o início.
Vagas para engenheiros na austrália

"As boas notícias do setor de engenharia e construção renovam o otimismo na economia australiana, mas são um incentivo ainda maior para os profissionais qualificados que aguardam uma oportunidade para viver e trabalhar aqui", afirma o diretor de agência brasileira de imigração na Austrália, MaCson Queiroz.

Como os serviços de engenharia na Austrália cresceram, e crescem, exponencialmente, a demanda dos engenheiros australianos não dão conta, por isso a solução foi a contratação de engenheiros do mundo inteiro.

MaCson Queiroz, diretor da agencia brasileira de imigração na Austrália"A validação da formação universitária e da experiência de trabalho exige a comprovação técnica de que o profissionalismo realmente domina o que o governo considera com as habilidades essenciais do engenheiro", comenta Queiroz.

Para quem se interessar pela oportunidade, vai passar por um intenso processo de qualificação, pois o diploma adquirido no Brasil não vale a mesma coisa que o do Australiano pela visão do Departamento de Imigração, portanto o visto deve mostrar informações adicionais.


A informação que o Blog Sr Engenheiro dá é entrar em contato (através do do link) com o Departamento de Imigração e Proteção e Fronteiras para verificar toda a lista para verificar se você atende os requisitos.


Fonte: Exame.

Engenheiros estrangeiros podem ter entrada no Brasil facilitada

Um projeto de lei será enviado para assinatura ao presidente Michel Temer que visa a "facilitação" da entrada e registro de engenheiro com graduação no exterior (brasileiros ou não).
Seria uma boa notícia se não fosse o fato de haver mais de 50 mil engenheiros desempregados atualmente no país.

Foto: site solidariedade
O registro que é concedido pelo CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), que costuma demorar cerca de um ano para a emissão, terá que ser entregue ao profissional num prazo máximo de três meses. Se esse prazo não for cumprido, o registro deverá ser emitido na hora em que o engenheiro for ao órgão.

Um dos motivos que levou o governo a tomar essa medida foi a operação Lava-Jato, que está investigando e punindo grandes construtoras, que, por sua vez, ficam impedidas de contratar enquanto o julgamento não sai.
Só a Andrade Gutierrez e Camargo Correa podem ter que pagar $40 Bilhões cada por terem participado de esquemas de fraude de licitações envolvendo a Petrobras. Isso faz com que as empresas estrangeiras assumam as obras, e essas empresas trazem consigo seu engenheiros.


Adblock Detectado

SEI QUE VOCÊ NÃO GOSTA DE PROPAGANDA, NÓS TAMBÉM NÃO

Mas essa é a maneira que encontramos de mostras as matérias gratuitamente para você.

Por favor, desabilite seu AdBlock e desfrute de todas as informaççoes do nosso site.

Muito obrigado, Blog Do Engenheiro

×