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Engenharia na Industria 4.0


Quem passou pela faculdade de engenharia já sabe, os dois primeiros anos são um teste de resiliência. 
Muitos desistem antes de terminar o semestre e para os que permanecem a jornada é árdua. 
Enfim, formados, novos desafios se apresentam na vida profissional e novas oportunidades se abrem. Engenheiros são requisitados em quase todos os campos da tecnologia por sua formação considerada básica para os aprendizados do mundo 4.0. 
Alvin Toffler, escritor e futurista, antecipou os dias atuais com a frase:"Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não podem ler e escrever e sim aqueles que não conseguem aprender, desaprender e reaprender". Ela se aplica a muitas profissões, mas para os engenheiros é ainda mais relevante diante das transformações que se apresentam, como criadores das inovações e sua implantação.
A formação em engenharia é um alicerce de raciocínio e de lógica, considerada vantajosa para vários ambientes. Temos engenheiros à frente de grandes empresas e profissionais se destacando como empreendedores em startups. Essa projeção ocorre tanto pela formação, como pela capacidade de encontrar soluções.
A participação efetiva nas transformações do presente e do futuro potencializa a profissão, oferecendo ainda mais relevância ao papel tradicional da engenharia de suprir as necessidades básicas do ser humano e da sociedade, como alimentação, moradia, saneamento, energia e mobilidade. 
Não apenas porque a engenharia é base de novas tecnologias, mas porque os engenheiros estão envolvidos com seus o desdobramentos e evolução, o mundo valoriza cada vez mais as profissões STEM - Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática. 
Apesar da crescente importância dessas áreas, o Brasil está entre os países com menor percentual de graduados em STEM, segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Atrair bons estudantes para essas áreas é um dos caminhos para reforçar a economia do país. Cabe a nós incentivar os jovens nessa direção e pressionar governos para que todos recebam educação de qualidade para entrar e se formar em faculdades de engenharia. 
Realidade da qual estamos muito distantes. Enquanto isso, observamos em outras partes do mundo a evolução das Smart Cities, onde engenheiros estão envolvidos com tecnologias inovadoras. 
Ao mesmo tempo que elas transformam o cotidiano, também oferecem um ambiente mais interativo, onde causas emergentes se manifestam, como a questão da sustentabilidade. Em todos os campos a presença dos engenheiros se revela mais do que necessária.
Esse olhar ampliado sobre a profissão oferece uma ponta de orgulho para todos nós que um dia respondemos à pergunta "o que você vai ser quando crescer?" com a frase: "vou ser engenheiro". Mas ela também confere a enorme responsabilidade de continuar aprendendo para promover inovação e atuar com o cuidado que a vida humana requer. Afinal, é apenas de vidas que estamos falando quando pensamos em engenharia.
Fonte: JCNet
“Desenvolvimento de fogão de indução eletromagnética alimentada por energias renováveis”. Este é o título do projeto roraimense que foi classificado na 16ª edição dos Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, na categoria Projetos de Desenvolvimento Sustentável na Região Amazônica.
A ideia do projeto surgiu no passado com o professor do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Alexander Fernandes, que trabalhou com a tecnologia de indução eletromagnética durante o mestrado e doutorado. Interessado em participar do Programa Bolsa de Inovação Tecnológica de Roraima (Biterr), ele convidou os acadêmicos Humberto Breno e Paulo Ricardo para a elaboração.
O projeto foi selecionado e a equipe conseguiu obter o protótipo funcional. Desde então, o objetivo vem sendo aperfeiçoar e incorporar outras fontes de energia para alimentar o fogão, seja ela solar, eólica ou por gerador, a exemplo. A ideia da equipe é utilizar energias renováveis em um método mais eficiente para cozinhar alimentos, que é a tecnologia de indução eletromagnética.
Sobre o funcionamento do fogão, o professor explicou: “Temos um campo magnético que, através de uma superfície metálica, induz correntes que produzem calor. Esse calor faz com que o fundo da panela que está exposta a esse campo magnético aqueça. E pronto. Você determina a potência e o tempo que vai precisar para cozinhar. No futuro, poderemos até, quem sabe, controlar o fogão por meio de celular ou outro aparelho eletrônico”, contou.
Com a classificação, o próximo passo é desenvolver o produto de forma comercializável, conforme explicou Humberto. “O intuito é fomentar o desenvolvimento da região amazônica por meio de um produto de alta sustentabilidade. Imagina um restaurante utilizando essa tecnologia por meio de energia renovável? É uma economia absurda”, ressaltou.
SAMUEL BENCHIMOL - Nascido em Manaus em 13 de julho de 1923, foi escritor (109 trabalhos publicados, membro da Academia Amazonense de Letras), acadêmico (Professor Emérito da Universidade do Amazonas, onde lecionou por mais de 50 anos), pesquisador (catedrático da disciplina “Introdução à Amazônia”), líder comunitário (presidente do Comitê Israelita do Amazonas) e empresário (co-fundador do grupo Bemol-Fogás).
PROJETOS - Neste ano foram recebidas 242 propostas e 175 consideradas válidas, um aumento significativo comparando com 2018, quando foram recebidas 165 propostas com 143 válidas. Em 15 edições, a iniciativa já alcançou mais de 3,2 mil inscrições, teve 187 agraciados e mais de três milhões em premiações.
Fonte: Folha de Boa Vista

Evento Engenharia para a vida contará com Marcelo Tas


O evento acontecerá em UNIFEB em barretos nos dias 28 e 29 de novembro de 2019 e tem parecia do CREA-SP e ABEAA (Associação Barretense de Engenheiro, Arquitetos e Agrônomos).

Engenharia para a Vida é um ciclo de palestras que abordará a a inclusão de diferentes áreas da engenharia para a facilitação da mobilidade urbana e social do Brasil, melhorando a qualidade de vida através da novas tecnologias.

Marcelo Tas, que é engenheiro civil formado pela USP, apresentará uma palestra que abordará "O impacto da transformação Digital no Relacionamento com o Cliente" no dia 28 após a abertura do evento pelo vice-presidente do CREA-SP Glauco Eduardo Pereira Cortez (Engenheiro Agrônomo).

Para saber sobre o evento acesse o link a seguir: EGENHARIA PARA A VIDA.

Empresa Junior da Poli-USP cria aplicativo para gestantes e mamães


A Empresa Junior da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo recebeu o desafio de criar um aplicativo para auxiliar e facilitar o acesso ao exames e informações às mães e gestantes que utilizam o Sistema Unico de Saúde (SUS). 
Então surgiu o "Teste da Mamãe".
A missão foi proposta pelo Instituto de Diagnóstico e Prevenção (IDP) da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Goiânia, em parceria com o governo de Goiás, para fazer parte do programa também intitulado Teste da Mamãe
O programa busca melhorar a qualidade da assistência pré-natal, permitindo a triagem de doenças que podem ser transmitidas da gestante para o feto, como sífilis, HIV e toxoplasmose. 
O software desenvolvido pela Poli Júnior foi pensado para reduzir o tempo na entrega de exames, mas, além disso, o aplicativo oferece outros elementos: um calendário no qual é possível anotar características de humor, peso e outras informações relativas ao período gestacional, um espaço para resolução de perguntas frequentes, e um chatbot, bate-papo virtual com um robô que tira dúvidas. 
A usuária relata ao aplicativo informações como “estou sentindo dor nas costas” e o chatbot responde dando instruções sobre o que pode significar e o que pode ser feito. No caso desse exemplo, o robô lembra que a coluna vertebral fica sobrecarregada durante a gravidez e pergunta se a dor é muito forte, indicando a procura de um médico caso ela seja persistente.
Pedro Maronezi, estudante de Engenharia Elétrica e líder de projetos na Poli Júnior, conta que o aplicativo foi desenvolvido utilizando ferramentas como a inteligência artificial, empregada no programa de conversação entre as usuárias do aplicativo e o robô que responde às dúvidas. 
“Foi a primeira vez que a empresa júnior utilizou esse artifício. Então como resultado final, pudemos entregar o pedido do cliente e também um passo a passo de como utilizar essas ferramentas nos próximos projetos.”
Já são mais de 50 mil gestantes cadastradas no Teste da Mamãe. No momento, o aplicativo funciona apenas em Goiás, mas a expectativa é que o projeto alcance nível nacional.
Fonte: Jornal da USP

Experiência do Prosamim será compartilhada no Encontro Regional de Engenharia

A experiência e as práticas positivas aprendidas na execução das intervenções do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) serão debatidas e expostas no VII Encontro Regional de Engenharia (EncoEng 2019), que acontece desta quarta (6) até a sexta-feira (08), na Faculdade Fucapi, localizada na avenida Gov. Danilo de Matos Areosa, 381, Distrito Industrial.
A VII edição do EncoEng 2019 terá como tema “Cidades Inteligentes e Sustentáveis Discutindo o Futuro”, que visa debater as metrópoles inteligentes no sentido de se obter melhoria na qualidade de vida, com destaque para os serviços públicos e a sustentabilidade, buscando políticas e medidas de aperfeiçoamento do planejamento urbano, bem como investimentos que apresentaram resultados positivos e soluções tecnológicas que possam ser inseridos em nossas metrópoles.
O Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus, popularmente conhecido como Prosamim, foi criado em 2003 pelo Governo do Estado, visando melhorar a qualidade de vida das populações que residiam ou ainda residem nas margens dos igarapés da cidade. Os trabalhos envolvem investimentos em obras de infraestrutura, saneamento e habitação.
Os resultados do programa foram tão positivos que o Governo do Estado, por meio da UGPE, resolveu levar o programa a outros municípios, nascendo a partir desse momento o ProsaiMaués, que é um programa de saneamento integrado e que tem o objetivo de contribuir para solucionar problemas de saneamento básico, urbanísticos e socioambientais que afetavam a qualidade de vida da população de Maués.
Entre as metas a serem atingidas pelo programa estão a redução das famílias que viviam sob o risco de inundações, melhorias no serviço de esgotamento e de abastecimento de agua potável para a população urbana e suas comunidades indígenas, assim como fomentar o turismo, por meio de obras de infraestrutura.
O coordenador executivo da UGPE, Marcellus Campêlo, afirma que é uma honra para o Prosamim e para o ProsaiMaués terem suas práticas expostas para estudantes de engenharia.  “É muito importante levar essas boas práticas na academia, pois os alunos estão estudando sobre métodos e práticas que deram certo. E o Prosamim, assim como o ProsaiMaués, são programas de referência no que tange a saneamento básico, aspectos sociais e de requalificação de áreas degradadas”, afirmou.
*Com informações da assessoria

Após Fechamento Da Fábrica da Ford em São Bernardo, Governo Paulista Tenta Comprador Para A Planta.

Após a reunião desta quinta-feira (22 de fevereiro), ficou acertado que a Ford fechará sua fábrica em São Bernardo Do Campo, onde produzia caminhões e carros de passeio do modelo Fiesta.

O governador de São Paulo, João Dória Junior, disse em entrevista que quer manter os empregos diretos e indiretos, que somam quase 5 mil.

Para isso, ele, juntamente com o Secretário da Fazenda Henrique Meirelles, buscam por compradores para a planta da fábrica.

Diz que não importa se será nacional ou estrangeiro, o importante é manter a arrecadação da cidade e do estado e os empregos dos trabalhadores.


Em janeiro a GM também ameaçou deixar o país caso não obtivesse recursos fiscais para se manter no Brasil, mas essa desistência por parte do grupo que controla a Chevrolet não se concretizou.

Apesar da fábrica de São Bernardo ser fechada, a Ford diz que irá manter as plantas de Taubaté com 1.260 trabalhadores, em Barueri, com 250 e em Tatuí, com 150.

O centro administrativo da empresa americana em São Bernardo do Campo também será mantido. Esse centro tem 1200 funcionários.

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Fonte: Estadão

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