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Por que a sustentabilidade é importante para o mundo?

Com certeza você já ouviu o termo SUSTENTABILIDADE ultimamente, mas você sabe realmente a importância?

Sustentável é a capacidade de se manter no meio ambiente sem que esse seja destruído permanentemente.

Atualmente a população cresce de maneira exponencial e consequentemente as construções e desmatamento. Todos sabemos que a natureza é uma das coisas mais importantes da Terra para se manter a vida nesse planeta.

Imagine agora que se nós não cuidarmos do nosso planeta, ele acaba. Se cada um de nós fizermos um pouco que seja, por exemplo levar o lixo até uma lixeira próxima ou deixar de demorar no banho, coisas simples, o mundo agradece.

Outro fator importante para melhorar o convívio com a terra é se especializando e aprendendo coisas novas como investimento em energias renováveis, não poluentes.

Pensando nisso, escolhemos um curso para você aprender um pouco mais sobre sustentabilidade.

Acesse o link: SUSTENTABILIDADE e saiba todas as etapas.

Vendendo chocolate no metrô, haitiano se forma em Engenharia.

Em 2010, quando um terremoto destruiu o Haiti, Guerlinx Doriscard, ao 21 anos de idade, veio buscando refúgio no Brasil.


Não sabendo nem falar português, Guerlinx penou para conseguir um emprego e pagar aluguel. Ele conta que passou alguns dias nas ruas de São Paulo antes de ser chamado para trabalhar em Americana, com a promessa de residência e comida garantida. Mas, "a realidade é que tínhamos uma jornada de 10, às vezes 12 horas de trabalho, muitas vezes nem levavam comida."

Foi quando iniciou os estudo em um curso de línga portuguesa e prestou o vestibular conseguindo ingressar no curso de engenharia civil da Unisal.

Mas para manter-se, Guerlinx comprava chocolate e vendia no metrô de São Paulo aos finais de semana. Agora possui uma lojinha que diz ter o desejo de transformá-la em seu escritório de engenharia.

Para o temido TCC, Guerlinx se inspirou na sua terra natal e na dificuldade de reconstruir as casas destruídas, o jovem idealizou um tijolo ecológico, barato e eficaz.

Para manter o foco em seu projeto, ele busca o investimento para manter sua ideia e assim conseguir ajudar milhares de pessoas, não só do Haiti, mas de todo o mundo que precisa construir sua casa e passa por dificuldades.

Scania vende primeiro caminhão 100% movido a GNV da Fenatran



Scania vendeu, o primeiro caminhão movido a Gás Natural Veícular (GNV) ou biometano da Fenatran 2019 - 22º Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga. 

O modelo R 410 foi adquirido pela RN Logítica, de São Paulo, e será usado na rota São Paulo-Rio de Janeiro para o transporte de produtos da francesa L’oreal. 

A redução de emissões de CO2 pode chegar a até 15% em comparação a similares a diesel, se abastecido com GNV, e até 90% se o combustível for o biometano.


“Os veículos movidos a combustíveis alternativos, como o gás, desempenharão um papel fundamental na mudança para um sistema de transporte mais sustentável. A Scania lidera esta transformação e está empenhada em apoiar seus clientes com soluções rentáveis que contribuam com a sustentabilidade nos âmbitos econômico, ambiental e social”, diz Roberto Barral, vice-presidente das Operações Comerciais da Scania no Brasil.


“A RN Logística tem um apelo muito forte na questão ambiental. É um caminho sem volta, todos vão precisar migrar para soluções mais sustentávels e, como a Scania, nós apostamos nisso. Temos a estimativa de alcançar cerca de 30% em economia com combustível e ainda contribuir com a redução das emissões de CO2. Nossa parceria com a Scania é recente, mas só vem aumentando e podemos falar em novos negócios nos próximos dias”, diz Rodrigo Navarro, diretor comercial da RN Logística, que tem entre seus clientes, além da L’oreal, Samsung, HP, Nestlé, Starbucks e outros.

Os inéditos caminhões pesados Scania, movidos a gás natural veiculas (GNV) ou gás natural liquefeito (GNL), têm 410 cavalos de potência e são vocacionados para médias e longas distâncias. 

As configurações de tração 6x2 são as ideiais para atuar no transporte de cargas. Seus motores são Ciclo Otto (o mesmo conceito dos automóveis) e 100% a gás (natural ou liquefeito – só diferentes um na forma gasosa e outro na líquida) e biometano, ou mistura de ambos. 

Os motores não são convertidos do diesel para o gás, eles têm garantia de fábrica e tecnologia confiável, com desempenho consistente e força semelhante ao caminhão a diesel. Além de serem 20% mais silenciosos.

Sobre a Scania
A Scania, referência mundial em soluções de transporte sustentável, é um dos principais fabricantes de caminhões pesados, de ônibus e de motores industriais, marítimos e para grupos geradores de energia. 

Os serviços têm participação crescente nos negócios da empresa, assegurando aos clientes soluções de transporte econômicas e com alta disponibilidade operacional. 

Com 52 mil colaboradores, a empresa está presente em mais de 100 países, com linhas de produção na Europa, Ásia e América Latina e com possibilidade de intercâmbio global de componentes e veículos completos. 

Em 2018, a receita líquida da Scania alcançou 137,1 bilhões de coroas suecas e o lucro líquido do exercício, após a dedução de impostos, foi de 9,7 bilhões de coroas suecas.

Fotos: divulgação


Fonte: Brasil Engenharia

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Parceria cria mestrado e doutorado em Engenharia e Tecnologia Ambiental





A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Suínos e Aves (Embrapa) lançaram segunda-feira (28.10) o Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia Ambiental (PPGETA) em nível de mestrado e doutorado, nas cidades de Cascavel, Palotina e Toledo. As inscrições estão abertas e seguem até o dia 29 de novembro, no link: prppg.ufpr.br/site/ppgeta/pb/.
Segundo o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, o programa em associação tem um modelo inovador. “O curso tem o objetivo de formar profissionais qualificados para o ensino e pesquisa e conectar profissionais a processos de inovação do mercado de trabalho”, afirmou.
O corpo docente do PPGETA conta com professores especialistas na área ambiental. O programa também busca valorizar a região Oeste do Paraná e suas características socioeconômicas, destacando as potencialidades de diferentes cidades.
INOVAÇÃO – A metodologia de ensino terá um aspecto inovador, otimizando a força de trabalho das instituições, fortalecendo a integração entre diferentes grupos de pesquisa e aumentando o alcance das disciplinas.
As disciplinas chamadas de transversais serão ofertadas ao vivo, via Sistema de Gestão Acadêmica (Siga) da UFPR. O intuito é promover a integração das universidades aproveitando diferentes expertises e ofertando um ensino em rede de qualidade. Com isso, os esforços dos corpos docentes de cada curso podem ser direcionados integralmente para suas áreas de especialidade, além de contar com profissionais de excelência em cada assunto.
Segundo o coordenador de Programas de Pós-Graduação da UFPR, André Luiz Felix Rodacki, a partir desse programa, a formação no Paraná passa a ser melhorada. “É uma relação de troca entre as instituições extremamente proveitosa, sob o ponto de vista de utilizar as excelências que temos nas nossas universidades, para que os alunos tenham a melhor formação possível”, salientou.
LINHAS DE PESQUISA – Os cursos têm duas linhas de pesquisa: Engenharia e Tecnologia de Recursos Naturais. A primeira consiste no monitoramento e mitigação de poluentes no meio ambiente, com foco na recuperação ou preservação de locais atacados pela poluição ou que podem sofrer com o efeito dos poluentes.
A outra linha de pesquisa engloba o tratamento, o aproveitamento e a valoração de resíduos, que desenvolvem processos para a remoção de poluentes das atividades agrícolas e industriais, criando formas para a obtenção de energias ou produtos com valor agregado.


Fonte: Agência de Notícias Do Paraná
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Volkswagen Cria Modelo de "Patinete" Elétrico


Meses depois de revelar uma bicicleta eletricamente assistida no Salão do Automóvel de Los Angeles, a Volkswagen desenvolveu conceitos de scooters elétricos - o Streetmate de 143 quilos e o Cityskater menor - que pode substituir um automóvel por passeios pela cidade.

As scooters serão exibidas esta semana no Salão do Automóvel de Genebra.

O Streetmate de 2,7 hp possui uma bateria de iões de lítio de 1,3 quilowatt-hora que pode ser totalmente recarregada em 2 horas e 15 minutos e tem um alcance de até 21 milhas e uma velocidade máxima de 28 mph. 

O Streetmate de duas rodas pode ser montado em pé ou sentado com um assento acoplável e possui frenagem regenerativa para recuperar energia durante a operação.

A Volkswagen também revelou um conceito de scooter de três rodas chamado Cityskater, que funciona muito como um skate motorizado. 

A scooter em forma de V usa um motor elétrico de 0,5 hp e bateria de íon de lítio de 200 Wh para atingir velocidades de até 12 mph com um alcance antecipado de até 9 milhas com uma carga completa, diz a Volkswagen.



Fonte: Autonews


Até a Urina e os Fungos Podem Substituir o Plástico







Plástico tem efeitos tóxicos para o meio ambiente. Foto: JENJIRA INDON/GETTY IMAGES
Canudos, sacolas e garrafas pet são os plásticos descartáveis mais vilanizados atualmente em campanhas de defesa do meio ambiente, mas o problema maior é a grande dependência humana do polietileno. Do transporte aos serviços de alimentação, o plástico está em toda parte, e o combate a essa “poluição branca” levará a uma mudança radical no próprio material.
Felizmente, cientistas, engenheiros e designers estão mudando o foco para alternativas sustentáveis que criam ecossistemas circulares com menos desperdício – madeira líquida, uso de algas marinhas em sistemas de isolamento térmico e substitutos para polímeros feitos de amido de plantas fermentadas, a exemplo do milho e da batata.
Veja abaixo algumas alternativas que apontam para novos caminhos em questões como abrigar adequadamente uma população crescente, compensar as emissões de carbono e devolver nutrientes à terra.

Lã de pedra

A lã de pedra surge da rocha magmática – que se forma depois que a lava esfria – e de um produto descartado na produção do aço chamado escória; essas substâncias são fundidas e transformadas em fibras, que se parecem com um algodão doce.
Ao contrário do isolamento térmico à base de fibra de vidro (feito com vidro reciclado) ou espuma de poliuretanto (materiais geralmente usados para bloquear a transferência de calor em sótãos e telhados), a lã de pedra pode ter propriedades especiais, incluindo resiliência ao fogo, capacidades acústicas e térmicas, resistência à água e durabilidade em condições climáticas extremas.
Nos últimos anos, a lã de pedra ganhou força entre arquitetos e designers preocupados com o meio ambiente em busca de materiais de construção sustentáveis e que sejam econômicos e estéticos.
O Grupo Rockwool é um dos principais fabricantes de isolamento de lã de pedra e gerencia unidades na Europa, América do Norte e Ásia. A empresa instalou o material em edifícios comerciais e industriais ao redor do mundo, incluindo a O2 Arena, de Londres, e o Aeroporto de Hong Kong.

Fungos remodelados

Cogumelos não são apenas ingredientes saborosos refogados ou em molhos. Em breve, fungos que crescem em árvores e cogumelos do solo da floresta poderão substituir materiais de poliestireno, embalagens, isolamento acústico, móveis, materiais aquáticos e até artigos de couro.
Na MycoWorks, uma equipe de engenheiros criativos, designers e cientistas trabalha para extrair tecidos de cogumelos e solidificá-los em novas estruturas. O objetivo é moldar fungos em outros materiais orgânicos, a exemplo da borracha ou cortiça. Outra empresa, a Evocative Design, sediada em Nova York, utiliza o micélio – o caule – como agente aglutinante na produção de painéis de madeira e para embalagens retardantes de chamas.



Substitutos naturais para plásticos podem ajudar a reverter a maré crescente de resíduos plásticos nos oceanos. Foto: GETTY IMAGES

Cogumelos consistem em uma rede de filamentos chamados hifas. Em condições adequadas, seus corpos frutíferos – as estruturas especializadas na produção de esporos – se multiplicam rapidamente. Enquanto isso, o micélio pode ser cultivado em praticamente qualquer resíduo agrícola, da serragem a cascas de pistache. E pode ser moldado em qualquer formato, criando polímeros naturais tão aderentes quanto a cola mais forte do mercado. Além disso, esquentados em temperaturas precisas, eles se tornam inertes, param de se multiplicar.
Enquanto cantarelo, shitake e portobello vão melhor com uma pizza do que um gesso de cogumelos, uma coisa é certa: o futuro é do fungos.

Tijolos de urina

A fabricação do cimento, principal ingrediente do concreto, é responsável por cerca de 5% das emissões de dióxido de carbono do mundo. Por isso, pesquisadores e engenheiros trabalham para criar alternativas com menos gasto de energia. Entre as opções estão tijolos feitos a partir dos restos de produção de cerveja, concreto modelado a partir de quebra-mares romanos (misturas de cal e rocha vulcânica que formam um material altamente estável) e tijolos feitos de… urina.
Como parte de sua monografia, o estudante da Faculdade de Arte de Edimburgo Peter Trimble trabalhava em uma exposição que tratava de sustentabilidade. Quase que por acidente, ele criou o Biostone, uma mistura de areia, nutrientes e ureia – substância da urina humana.



Os romanos criaram uma argamassa de cal e rocha vulcânica duradoura – e que não libera gases de efeito estufa. Foto: GETTY IMAGES

Por um ano, Trimble testou centenas de fórmulas em que acrescentava uma solução bacteriana a areia em um molde. Eventualmente, os microrganismos metabolizaram a mistura de areia, ureia e cloreto de cálcio, colando as moléculas de areia.
O design de Trimble substituiria métodos de uso intensivo de energia por um processo biológico que não produz gases de efeito estufa. O material ainda precisaria ser reforçado para ter a mesma resistência que o concreto, e, se for possível, ele poderia se tornar uma opção barata para se construir estruturas temporárias.
De todo modo, a Biostone já gerou uma discussão sobre maneiras pelas quais a manufatura industrial pode se tornar mais sustentável. Isso seria particularmente relevante na África Subsaariana e em outros países em desenvolvimento onde a areia está prontamente disponível.
Esses tijolos biológicos têm, no entanto, uma desvantagem ambiental: o mesmo metabolismo bacteriano que os solidifica também transforma a ureia em amônia, o que pode poluir as águas subterrâneas se vazarem para o meio ambiente.

Um compensado mais verde

Apesar do que parece, o compensado de madeira, usado em móveis em todo o mundo, não tem assento no panteão da construção verde. A cola usada para aglutinar as fibras de madeira contém formaldeído – uma substância incolor, inflamável, de cheiro forte e conhecida como irritante respiratório e carcinogênico. Isso significa que sua prateleira de madeira falsa está silenciosamente liberando toxinas no ar.
A empresa NU Green criou um material feito de resíduos industriais ou fibras de madeira recuperadas. O Uniboard, como é chamado, preserva árvores e reduz o lixo de aterros sanitários enquanto produz menos gases do efeito estufa do que o tradicional compensado de madeira – e não contém toxinas. A empresa é pioneira no uso de fibras renováveis como caules de milho e lúpulo e sem adição de resina de formaldeído para servir de cola.



Placas de madeira contém colas que podem liberar vapor tóxico de formaldeído. Foto: RICHVINTAGE

Não é segredo que a extração de petróleo, necessária para produzir plástico, traz consequências ambientais devastadoras. Mas ainda pior é como esse plástico é descartado, pois os produtos químicos nele contidos acabam chegando a alimentos, bebidas e águas subterrâneas. E o mais chocante é que a reciclagem apenas retarda a chegada do plástico aos aterros sanitários ou oceanos, uma vez que o material é apenas quebrado em fragmentos cada vez menores, mas nunca completamente degradados.
Alguns relatórios preveem que, até 2030, 111 milhões de toneladas de plástico vão acabar em aterros sanitários e oceanos. Reciclar é um passo na direção certa, mas para reverter de fato esse curso é preciso buscar alternativas ao plástico.
Fonte: BBC Brasil

Mochila criada na África do Sul gera luz própria e ajuda crianças estudarem à noite

Na África, onde muitas comunidades não têm acesso a energia elétrica, uma dupla empreendedora formada por Reabetswe Ngwane e Thato Kgatlhanye desenvolveu uma solução criativa para este problema.Através de sua empresa, Rethaka, eles criaram a Repurpose Schoolbagsuma mochila escolar que faz bem mais do que acomodar livros e cadernos – ela também ajuda as crianças a ler e a voltar para casa durante a noite.
A Rethaka recicla sacolas de plástico – material fácil de ser encontrado em toda a paisagem sul-africana – transformando-as em mochilas escolares movidas a energia solar. Estas mochilas possuem painéis solares que são carregados durante todo enquanto as crianças estão na escola e, quando o sol se põe, já estão completamente cheios, fornecendo muita luz para ler, fazer a lição, ou voltar para casa com segurança.
Esta solução inteligente e simples para um problema persistente surgiu através de um trabalho de escola em 2014.Thato Kgatlhanyeteve a ideia e acabou sendo premiada com o Prêmio Anzhisha – que premia jovens da África que desenvolveram e implementaram soluções inovadoras para desafios sociais ou iniciaram empresas bem-sucedidas em suas comunidades.
Thato Kgatlhanye

Agora, ao lado de seu parceiro comercial, Ngwane, seus negócios não estão apenas iluminando o caminho dos alunos, mas também estão criando empregos para sua comunidade na província do noroeste da África do Sul. Três problemas sociais estão sendo abordados com uma solução – crianças têm recebido ajuda para aprender, empregos têm sido criados na região e, o plástico que antes estava apenas entulhando o meio ambiente, tem sido reciclado para algo útil gerando assim menos impacto ambiental.

Atualmente, são oito funcionários responsáveis por todo o processo desde a coleta, lavagem e classificação das mochilas, até a costura final e entrega das Repurpose Schoolbags.
Fonte Hypeness

Faculdade de Engenharia de Sorocaba abre inscrições para evento com a NASA

A Facens, Faculdade de Engenharia de Sorocaba, promoverá no dia 12 de março mais uma edição do Science Days NASA, evento criado em parceria com a Câmara do Comércio Brasil-Florida e a NASA que tem o intuito de estimular o interesse de estudantes do ensino fundamental e médio pela inovação, ciência, tecnologia e engenharia. 
O Science Days será realizado nos centros de inovação e laborartórios da faculdade, com exposições, games, interações e atividades. Tudo gratuito.
O evento também será aberto a escolas públicas e privadas, que podem inscrever suas turmas pelo site da Facens até o dia 11 de março.

Programação

No período da manhã a programação do Science Days NASA na Facens será voltada para alunos do ensino médio e contará com diversas oficinas e atividades que envolvem química, arquitetura e até simulações espaciais. 
Entre os educadores presentes estarão a Ph.D Nahid Mohajeri, cientista do laboratório do Kenedy Space Center, da NASA, e gerente de tecnologia em polímeros avançados na Nitto. 
Ele ministrará as atividades na oficina “A amizade com o elemento H (Hidrogênio): qual elemento de Química é seu amigo?”.
Já o professor espanhol Marc Gonzales fará um bate-papo com os alunos sobre programação e tecnologia.
Os aficionados por tecnologia, aliás, poderão fazer a Oficina LINCE e aprender sobre modelagem 3D com a equipe do carro fórmula da Facens, ou a Oficina de Programação Facens.code. 
A tecnologia também estará na Oficina Smart Campus Facens, que irá desafiar os participantes a solucionarem problemas de uma cidade inteligente, e na Oficina de Arquitetura, em que o aluno criará uma casa futurista em 3D.
Os alunos do ensino fundamental farão as atividades no período da tarde. Para eles, a programação do Science Days NASA oferece duas oficinas inéditas: uma aplicada pelo FACE (Facens Centro de Empreendedorismo), sobre como se preparar para morar em outro planeta levando as ferramentas certas, e outra no Fab Lab Facens, onde aprenderão a construir um foguete. 
As palestras e oficinas do ensino médio também poderão ser acompanhadas por estes alunos.

Conteúdo para educadores

O Science Days também terá programação especial para educadores. Das 14h30 às 15h30, Jefferson Michaelis, diretor da Câmara de Comércio Brasil Florida e OR1ON Space, ministra a palestra “Desenvolvendo a próxima geração de educadores, inovadores e empreendedores globais”; e das 16h às 17h o engenheiro de automação, Vinicius Fantuchi, fala sobre “The Asteroid Mission Roving Robotics”. 
A inscrição para a palestra de Michaelis pode ser feita por meio deste link.
O Science Days NASA termina com a palestra “Inspirando Jovens Cientistas", que será ministrada das 19h às 21h no auditório da Facens pela Ph.D Nahid Mohajeri, cientista do Kennedy Space Center e gerente de tecnologia em polímeros avançados na Nitto. 
Essa será a única apresentação pública da cientista durante sua passagem pelo Brasil.

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Essa torre de microalgas filtra o ar como 400 árvores

Com o desafio de reduzir o dióxido de carbono atmosférico, um jovem mexicano chamado Carlos Monroy Sampieri criou uma torre com filtro de microalgas que gera ar saudável no meio dos centros urbanos.

Estas são chamadas de torres Biourban, que possuem um sistema de biofiltração de poluentes atmosféricos, elas são capazes de melhorar muito a qualidade do ar, como se fossem árvores artificiais.
Sua startup Biomitech foi a vencedora do Heineken Green Challenge durante o festival de empreendedorismo da INCMT 2018, organizado pela Tec de Monterrey.
Como funciona?
Através da fotossíntese, as algas transformam dióxido de carbono em oxigênio e expelem a biomassa, que pode ser usada como adubo ou biocombustível.
“Um filtro que você joga e contamina, e neste caso, microalgas são algo que já existe e está no ambiente. Isso nos ajuda a fabricar produtos sem contaminação “, diz Monroy.
As torres possuem sensores que monitoram a qualidade do ar e são auto-sustentáveis, já que funcionam com energia solar.

Fonte: Engenharia é

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Estudante Brasileira Cria Canudo De Inhame, Biodegradável e Comestível

A estudante Maria Pennachin, de apenas 16 anos, criou um canudo biodegradável à base de inhame.

Ela desenvolveu o produto no laboratório da escola em que estuda, o Colégio Estadual Culto à Ciência, em Campinas, São Paulo.
A proposta deu tão certo que a aluna vai apresentá-la em uma feira internacional em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, em setembro de 2019.
Ela conta que o projeto partiu da recente discussão sobre o descarte de canudos de plástico na natureza e a proibição de sua circulação.
Maria diz que observava o inhame na culinária quando teve a ideia de aplicá-lo na área do bioplástico.
“Eu já era uma consumidora e só de observar na cozinha a ‘baba’ que ele solta, achei interessante. Quando comecei a trabalhar com bioplástico, [pensei em] acrescentá-lo, por ser pouco explorado nessa área”, disse ao G1.
“Me despertou muito [o interesse] quando começou a aparecer essa problemática. Quando vem uma proibição, precisa de uma alternativa. Então eu mesma quis ir atrás dela”, relata Maria.

Melhorias
O biocanudo não tem gosto de inhame, nem de nenhum outro ingrediente que vai na sua “massa”.
Além disso, ele não dissolve no líquido.
Mesmo assim, Maria, que frequenta o 2º ano do Ensino Médio, tem outras ideias para melhorar seu produto.
“Quero investigar e ir mais além na firmeza: fazer uma linha vegana, porque a gelatina [um dos ingredientes na composição] não atenderia esse público, e fazer uma coisa mais interessante para o público infantil”, diz a aluna.
Como
Para chegar na atual fórmula, Maria realizou uma série de testes e contou com a orientação de duas professoras: Aloísa Morreto e Cláudia Caniati.
Segundo a professora Aloísa, as disciplinas na escola que trabalham desenvolvimento de projetos são focadas no meio ambiente. “Esse ano, o tema sugerido foi a questão dos resíduos sólidos”, diz.
A aluna conta que, na fase de testes, usou diferentes ingredientes e, analisando os resultados, foi regulando a receita.
“Além do inhame, usei outros ingredientes nos testes. Inclusive coloquei vinagre. Nos que eu coloquei menos, teve o aparecimento do fungo. Fui regulando o tanto que precisava de cada ingrediente e obtive a massa final”, explica.
A primeira conquista do projeto foi o 1º lugar na edição deste ano da Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit), na categoria meio ambiente. O ouro garantiu a Maria o credenciamento para representar o Brasil na feira dos Emirados Árabes.
“Nós estamos buscando patrocínio de quem possa colaborar e investir no projeto”, finaliza a professora Cláudia.

Fonte: G1

Concreto Permeável É A Solução Para As Enchentes

Há alguns anos as enchentes vem sendo um problema constante nas metrópoles e mesmo nas cidades pequenas do mundo inteiro.
concreto permeável
Placa de Concreto Permeável



De um tempo pra cá tem se desenvolvido tentativas de solucionar esse problema.



Uma saída muito plausível é a construção de calçadas com concreto permeável.



O Blog Sr Engenheiro esteve conversando com o Engenheiro Civil formado pela Universidade São Francisco em Itatiba (região de Campinas - SP) Otávio Augusto Lima, que desenvolveu junto com o colega de curso, Fabrício Ferreira da Silva, um projeto de conclusão de curso voltado para esse setor.


Otávio Augusto Lima
Fabrício Ferreira da Silva

O projeto de Otávio e Fabrício propõe o uso do concreto permeável por ser mais eficiente que as calçadas maciças, além de proporcionar o reabastecimento dos lençóis freáticos, evita águas paradas, melhora a tração (evitando escorregamentos indesejados) e elimina a necessidade de tanques de contenção.

Segundo o próprio Otávio um dos motivos que os levaram a abordarem esse projeto foi os constantes alagamentos na cidade de São Paulo: 


"Sabemos que a cidade de São Paulo vive com esse tipo de problema em épocas de chuva. Por ser uma grande cidade, tem-se um alto índice de impermeabilidade nos pavimentos. O concreto permeável ajuda na captação de até 90% da água da chuva, e isso faz com que seja uma das melhores opções pra este tipo de problema."



Nesse vídeo temos uma ideia de como funciona o concreto permeável:




Os materiais foram misturados
em uma betoneira
O concreto permeável é demasiado fácil de se produzir, porém é necessário o auxilio de um profissional qualificado para que faças os corretos cálculos das quantidades corretas de materiais a serem utilizados.




Como esse conceito é de um concreto que fica poroso, não é aconselhável que se instale em vias e locais com fluxo de muito peso.



Os materiais utilizados foram o Cimento Portland (cimento comum), brita de várias espessuras e aditivos.



Observando o artigo com atenção, notamos na tabéla de resistência mecânica que, passando maior tempo a resistência do concreto diminui, porém o tempo de cura não tem muita influência na resistência.

 "Na verdade o tempo de cura não tem muita influência como nos pavimentos de concreto convencional,pois , no concreto permeável o tempo de cura é muito rápido. O concreto convencional é mais resistente porque o concreto permeável tem uma alta porcentagem de vazios em sua estrutura. A resistência varia de 4MPa a 15MPa sem uso de aditivos, e com o uso de aditivos é possível chegar até 50MPa", Afirma Otávio.
Os materiais são colocados em formas próprias para que fiquem no formato de ensaio

Sobre o acesso às pessoas comuns poderem ter em suas calçadas: 
Material de ensaio pronto

"É de fácil acesso e pode ser utilizado em estacionamentos de tráfego leve, praças, calçadas e etc. O preço vai depender do tipo de sistema a ser implantado, pois dependendo do tipo do solo, é aconselhado diferentes tipos de sistemas."

As informações sobre esse assunto no Brasil ainda é muito escasso.

"No inicio do estudo passamos a perceber o quão novo é a utilização desse sistema aqui no Brasil, pois, encontramos poucas informações sobre o concreto permeável em sites nacionais. Conseguimos informações em sites de fora e detalhes de pavimentos permeáveis nas normas ABNT."

Teste de resistência mecânica
"Quando fizemos o estudo, observamos a existência desse tipo de material também, mas pelo que pesquisei esse material é muito conhecido e utilizado na Europa." Completou Otávio.


Apresentação dos autores do artigo

O Blog Sr Engenheiro obteve autorização para deixar o link do artigo na integra para quem se interessar mais sobre o assunto: Artigo Concreto Permeável.

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