Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

Vendendo chocolate no metrô, haitiano se forma em Engenharia.

Em 2010, quando um terremoto destruiu o Haiti, Guerlinx Doriscard, ao 21 anos de idade, veio buscando refúgio no Brasil.


Não sabendo nem falar português, Guerlinx penou para conseguir um emprego e pagar aluguel. Ele conta que passou alguns dias nas ruas de São Paulo antes de ser chamado para trabalhar em Americana, com a promessa de residência e comida garantida. Mas, "a realidade é que tínhamos uma jornada de 10, às vezes 12 horas de trabalho, muitas vezes nem levavam comida."

Foi quando iniciou os estudo em um curso de línga portuguesa e prestou o vestibular conseguindo ingressar no curso de engenharia civil da Unisal.

Mas para manter-se, Guerlinx comprava chocolate e vendia no metrô de São Paulo aos finais de semana. Agora possui uma lojinha que diz ter o desejo de transformá-la em seu escritório de engenharia.

Para o temido TCC, Guerlinx se inspirou na sua terra natal e na dificuldade de reconstruir as casas destruídas, o jovem idealizou um tijolo ecológico, barato e eficaz.

Para manter o foco em seu projeto, ele busca o investimento para manter sua ideia e assim conseguir ajudar milhares de pessoas, não só do Haiti, mas de todo o mundo que precisa construir sua casa e passa por dificuldades.
“Desenvolvimento de fogão de indução eletromagnética alimentada por energias renováveis”. Este é o título do projeto roraimense que foi classificado na 16ª edição dos Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, na categoria Projetos de Desenvolvimento Sustentável na Região Amazônica.
A ideia do projeto surgiu no passado com o professor do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Alexander Fernandes, que trabalhou com a tecnologia de indução eletromagnética durante o mestrado e doutorado. Interessado em participar do Programa Bolsa de Inovação Tecnológica de Roraima (Biterr), ele convidou os acadêmicos Humberto Breno e Paulo Ricardo para a elaboração.
O projeto foi selecionado e a equipe conseguiu obter o protótipo funcional. Desde então, o objetivo vem sendo aperfeiçoar e incorporar outras fontes de energia para alimentar o fogão, seja ela solar, eólica ou por gerador, a exemplo. A ideia da equipe é utilizar energias renováveis em um método mais eficiente para cozinhar alimentos, que é a tecnologia de indução eletromagnética.
Sobre o funcionamento do fogão, o professor explicou: “Temos um campo magnético que, através de uma superfície metálica, induz correntes que produzem calor. Esse calor faz com que o fundo da panela que está exposta a esse campo magnético aqueça. E pronto. Você determina a potência e o tempo que vai precisar para cozinhar. No futuro, poderemos até, quem sabe, controlar o fogão por meio de celular ou outro aparelho eletrônico”, contou.
Com a classificação, o próximo passo é desenvolver o produto de forma comercializável, conforme explicou Humberto. “O intuito é fomentar o desenvolvimento da região amazônica por meio de um produto de alta sustentabilidade. Imagina um restaurante utilizando essa tecnologia por meio de energia renovável? É uma economia absurda”, ressaltou.
SAMUEL BENCHIMOL - Nascido em Manaus em 13 de julho de 1923, foi escritor (109 trabalhos publicados, membro da Academia Amazonense de Letras), acadêmico (Professor Emérito da Universidade do Amazonas, onde lecionou por mais de 50 anos), pesquisador (catedrático da disciplina “Introdução à Amazônia”), líder comunitário (presidente do Comitê Israelita do Amazonas) e empresário (co-fundador do grupo Bemol-Fogás).
PROJETOS - Neste ano foram recebidas 242 propostas e 175 consideradas válidas, um aumento significativo comparando com 2018, quando foram recebidas 165 propostas com 143 válidas. Em 15 edições, a iniciativa já alcançou mais de 3,2 mil inscrições, teve 187 agraciados e mais de três milhões em premiações.
Fonte: Folha de Boa Vista

Evento Engenharia para a vida contará com Marcelo Tas


O evento acontecerá em UNIFEB em barretos nos dias 28 e 29 de novembro de 2019 e tem parecia do CREA-SP e ABEAA (Associação Barretense de Engenheiro, Arquitetos e Agrônomos).

Engenharia para a Vida é um ciclo de palestras que abordará a a inclusão de diferentes áreas da engenharia para a facilitação da mobilidade urbana e social do Brasil, melhorando a qualidade de vida através da novas tecnologias.

Marcelo Tas, que é engenheiro civil formado pela USP, apresentará uma palestra que abordará "O impacto da transformação Digital no Relacionamento com o Cliente" no dia 28 após a abertura do evento pelo vice-presidente do CREA-SP Glauco Eduardo Pereira Cortez (Engenheiro Agrônomo).

Para saber sobre o evento acesse o link a seguir: EGENHARIA PARA A VIDA.

Empresa Junior da Poli-USP cria aplicativo para gestantes e mamães


A Empresa Junior da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo recebeu o desafio de criar um aplicativo para auxiliar e facilitar o acesso ao exames e informações às mães e gestantes que utilizam o Sistema Unico de Saúde (SUS). 
Então surgiu o "Teste da Mamãe".
A missão foi proposta pelo Instituto de Diagnóstico e Prevenção (IDP) da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Goiânia, em parceria com o governo de Goiás, para fazer parte do programa também intitulado Teste da Mamãe
O programa busca melhorar a qualidade da assistência pré-natal, permitindo a triagem de doenças que podem ser transmitidas da gestante para o feto, como sífilis, HIV e toxoplasmose. 
O software desenvolvido pela Poli Júnior foi pensado para reduzir o tempo na entrega de exames, mas, além disso, o aplicativo oferece outros elementos: um calendário no qual é possível anotar características de humor, peso e outras informações relativas ao período gestacional, um espaço para resolução de perguntas frequentes, e um chatbot, bate-papo virtual com um robô que tira dúvidas. 
A usuária relata ao aplicativo informações como “estou sentindo dor nas costas” e o chatbot responde dando instruções sobre o que pode significar e o que pode ser feito. No caso desse exemplo, o robô lembra que a coluna vertebral fica sobrecarregada durante a gravidez e pergunta se a dor é muito forte, indicando a procura de um médico caso ela seja persistente.
Pedro Maronezi, estudante de Engenharia Elétrica e líder de projetos na Poli Júnior, conta que o aplicativo foi desenvolvido utilizando ferramentas como a inteligência artificial, empregada no programa de conversação entre as usuárias do aplicativo e o robô que responde às dúvidas. 
“Foi a primeira vez que a empresa júnior utilizou esse artifício. Então como resultado final, pudemos entregar o pedido do cliente e também um passo a passo de como utilizar essas ferramentas nos próximos projetos.”
Já são mais de 50 mil gestantes cadastradas no Teste da Mamãe. No momento, o aplicativo funciona apenas em Goiás, mas a expectativa é que o projeto alcance nível nacional.
Fonte: Jornal da USP

Engenharia do futuro chega à cidade de Goiânia com apartamentos com vista de 360º

Morar nas alturas tem grandes privilégios. Um deles é a oportunidade de contemplar o horizonte urbano, com as inúmeras silhuetas, cores e estruturas dos edifícios. Soluções arquitetônicas aliadas à altura transformaram os apartamentos de Goiânia em um  grande espetáculo de contemplação. Elas permitem que a cidade seja observada em 360º, em uma altura que pode chegar à 175,09 metros, como no caso do Kingdom Park Residence, edifício mais alto do Centro-Oeste, que está em fase de finalização, na região do Parque Vaca Brava.

De acordo com o arquiteto Andrey Machado, responsável pelo projeto arquitetônico, o conceito de vista de 360º possibilita a contemplação de todos os horizontes da cidade de dentro do apartamento. “Isso só é possível quando o apartamento tem janelas ou sacadas para todos as direções, de maneira que toda a cidade possa ser vista”. Como acontece no Kingdom, cuja planta contempla um amplo apartamento por andar, em uma torre única e com arredor desobstruído.
No total, cada apartamento possui 482,76 m², um dos maiores da Capital. A ampla sala, por exemplo, possui 173,63 m², e dela é possível ter uma vista panorâmica do  pôr do sol. “O Kingdom foi projetado com o desafio de ser um marco na arquitetura de Goiânia. Não é para ser apenas mais um prédio. É para ser único. Já tínhamos a vantagem da altura, mas queríamos ir além. Por isso pensamos em um edifício que permite que toda a cidade seja admirada”, disse Andrey.
O projeto tem  janelas e fachadas com película de  vidro especiais, na cor prata acinzentada, com tecnologia avançada que garante maior conforto térmico para os moradores. Entre elas destaca-se o bloqueio de 59% do calor, redução de 33% da entrada de luz; e, 17% de reflexão interna da claridade, além da diminuição de 23% de reflexão externa.

O arquiteto explica que a torre residencial, que será entregue em dezembro, tem outra vantagem que garante a visão contemplativa, mesmo em andares mais baixos. “Além dos recursos, a vista de 360º é garantida por que não terá empecilhos que atrapalhe visão da cidade. Não existem terrenos ao lado do prédio que permitam a construção de edifícios altos que possam, a curto prazo, atrapalhar essa vista”, justifica.
Ele contou ainda que durante as pesquisas para desenvolvimento do projeto, foram levados em  consideração edifícios residenciais de Manhattan, em Nova York, e os famosos Torre de Cristal, Torre Cespa, Torre PWC e Torre Estácio, localizados em Madri na Espanha. “Buscamos nesses empreendimentos o exemplo da  visão contemplativa do horizonte urbano para quebrar a frieza do concreto”, finaliza.

Caixas serão substituídos com o avanço da tecnologia.

FONTE: DIÁRIO DO COMÉRCIO 

Quando você pensa em fazer compras em um super mercado, qual a primeira coisa que vem na sua mente?

Provavelmente o que surgiu na sua cabeça é um homem ou uma mulher andando pelos corredores enquanto empurra um grande carrinho. 

Nas gôndolas, as opções são enormes: cabe ao consumidor gastar energia escolhendo o que mais se adéqua a sua necessidade.

Na hora de pagar, essa pessoa se dirige ao caixa, espera na fila, entrega todos os itens, um a um, para o atendente e passa o cartão de crédito. Por fim, todas essas compras — que estão em sacolas plásticas — são recolocadas no carrinho de supermercado e encaminhadas para o carro, que está no estacionamento.

O modelo do que conhecemos como supermercado surgiu em 1930 nos Estados Unidos.

Logo que foi lançado, ganhou o coração dos consumidores, que buscavam um lugar onde pudessem fazer compras com mais independência, rapidez e preços baixos. 

Antes de existir, era comum que as pessoas adquirissem os itens para casa nos armazéns, em que funcionários entregavam o produto na mão do cliente.
Desde então, o varejo passou por diversas adaptações, sempre com o objetivo de se adaptar ao comportamento do consumidor e, consequentemente, aumentar as vendas. 

Porém, nos próximos anos, essas mudanças serão ainda maiores e os estabelecimentos que não se adequarem vão perder clientes e correr o risco de fechar.


O novo consumidor.


Esqueça o mercado por um momento e preste atenção no consumidor Millennial (aqueles que nasceram entre as décadas de 1980 e 2000). 

Esse indivíduo é extremamente conectado, gosta de praticidade e tem hábitos de consumo que se diferem de seus pais. 

No passado, ter um carro e uma casa própria, por exemplo, era o sonho de qualquer adulto. Hoje, carros foram substituídos pela facilidade do Uber e a casa própria está no final de uma lista com várias outras prioridades.


O que o consumidor do futuro quer?


  •          Agilidade: existem coisas mais importantes no seu dia do que comprar mantimentos;
  •          Praticidade: quanto mais coisas ele puder resolver no mesmo ambiente, melhor;
  •           Saúde: ele tem noção de que muitos produtos industrializados não fazem bem e quer escolher as opções mais saudáveis;
  •          Sustentabilidade: essa geração tem consciência de que os hábitos de consumo atuais estão destruindo o planeta;
  •          Tecnologia: se todas as áreas da sua vida são tecnológicas, por que o mercado não seria?!
  •         Customização: quanto menos ele precisar gastar energia pensando no produto que mais se adéqua a sua rotina, melhor!
  •      Inovação: tudo que é diferente e inovador tem chance de ganhar a atenção desse exigente consumidor;


Novo método de trabalho.



Atualmente, o pagamento das compras é feito com o auxílio de pessoas, que ficam nos caixas. 

No futuro, esse formato não vai existir. Ele poderá ser substituído pelo self-checkout, no qual os próprios compradores passam as suas compras e realizam o pagamento ganhando em agilidade e praticidade, ou então por um sistema em que o cliente “não precisa nem pagar”!

Sim, esse último exemplo já existe nos Estados Unidos na Amazon Go, supermercado físico da gigante da internet. O sistema dessa loja funciona da seguinte maneira: cada cliente precisa ter em seu celular o app da Amazon Go, que serve tanto como credencial para entrar na loja, quanto para realizar o pagamento. 

Dentro do estabelecimento, cada produto que o comprador coloca na sacola física já é automaticamente adicionado no “carrinho virtual” do aplicativo.

Caso mude de ideia, o cliente pode devolver o item para a gôndola, e ter o seu valor deletado da conta final. 

Ao terminar sua seleção, é só sair do mercado, simples assim! Isso porque totens específicos conseguem identificar exatamente o que consumidor está levando. 

A cobrança por essa compra será debitada diretamente no cartão de crédito.

 Em 2017 os caixas automatizados foram instalados a primeira vez no Brasil, em um supermercado na região central de São Paulo. 

O Master supermercado, no shopping Frei caneca diz que os funcionários elogiam muito o novo método de trabalho, pela praticidade e acessibilidade.



Fonte:
www.bestperformancenews.com.br
www.dcomercio.com.br



Garoto de 12 anos constrói sozinho um reator de fusão nuclear em seu quarto

Jackson Oswalt tinha apenas 12 anos quando construiu um reator nuclear em seu quarto de brinquedos, nos Estados Unidos. Em janeiro de 2018 ele se tornou a pessoa mais jovem do mundo a construir um equipamento do gênero, em uma façanha que lembra as atividades de Kelvin Doe, o prodígio de Serra Leoa que constrói eletrônicos com o que encontra no lixo.
Embora não tenha sido verificada por uma organização oficial, a realização foi reconhecida pelo grupo de entusiastas nucleares Open Source Fusor Research Consortium no dia 2 de fevereiro deste ano. Hoje com 14 anos, Oswalt construiu uma máquina que gera plasma no qual ocorre a fusão nuclear.
O instrumento criado pelo garoto exigiu 50 mil volts de eletricidade e custou US$ 10 mil (cerca de R$ 37,5 mil). O equipamento aquece o gás deutério e funde seu núcleo para liberar energia, conforme explicação publicada pelo The Guardian.
No site Fusor.net, o menino compartilhou os resultados alcançados, além das fotografias do reator que ilustram essa página.
Apesar disso, a plataforma emitiu alertas de que reações de fusão que não estejam propriamente protegidas podem ser letais.
Ou seja: não faça isso em casa, mesmo que você seja um prodígio da física. 
Fonte: Hypeness

Gostou da matéria?
Curta e compartilhe com os amigos!

Comparada ao aço, quão mais resistente seria a fibra de carbono?

A fibra de carbono é um composto sintético incrivelmente duro e, ainda assim, leve como o plástico. 
É normalmente utilizada para fins mecânicos, como o automobilismo, por ser mais resistente que o aço. Mas talvez você se pergunte: o quão mais resistente?

No vídeo acima, é possível ver uma matéria do programa britânico Top Gear, da BBC, em que o jornalista Richard Hammond vai até o departamento de testes da equipe de Fórmula 1 Lotus para ver ao lado de um engenheiro qual é o ponto de ruptura de cada um dos dois materiais. 
Para a experiência, foram usados eixos cardã, componentes de transmissão que conectam o motor do carro às rodas e que sempre integram a arquitetura de carros desta modalidade.
O teste de stress consistia em prender o eixo a um equipamento próprio para torcer objetos. 
O aparelho é controlado por um computador que, por sua vez, define em newton-metros — unidade de medida que mensura o torque provocado por uma força exercida de um ponto de rotação — o quanto de potência deve ser colocada para torcer a peça.
Resultado do teste
Que o aço viesse a se romper mais cedo era algo esperado, porém a proporção do quanto de força cada um resistiu alcançou uma diferença espantosa. 
Enquanto o eixo de aço se contorceu aos 1.376 newton-metros, o feito de fibra de carbono só veio a se partir quando submetido ao impressionante valor de 4.728 newton-metros.
A fibra de carbono é um material de preço tão alto quanto seu nível de resistência. Uma única barra, como esta usada no teste, custa para a fábrica cerca de 2.500 libras.
Fonte: TecMundo
Gostou da matéria?
Curta e Compartilhe com os amigos

Ex-Engenheiro da NASA Transforma Areia em "Líquido"

Mark Rober, ex-engenheiro da NASA torna a ciência emocionante e superdivertida em seu canal no YouTube, que aliás, tem 2 milhões e meio de inscritos.
Mark dessa vez fez uma coisa que até então parecia ser impossível, transformar areia do estado solido para o estado “líquido”.
Depois de muito estudar as propriedades e 25 tentativas, ele finalmente conseguiu essa façanha. E ainda chamou seus sobrinhos para brincar.
Além das brincadeiras, Rober mostra informações importantes no seu vídeo. Usando um processo chamado “camas fluídas”, ele conseguiu transformar o comportamento do sólido, fazendo com que ele atuasse como um líquido.
Mas, como funciona? Quando colocamos a quantidade certa de ar na banheira, a areia começa a se movimentar parecendo um líquido, uma vez que a resistência entre as partículas diminui bruscamente. Quando desligamos o ar, a areia volta ao seu estado normal, atritando umas com as outras, tornando “sólida” novamente.

“Se você pegar uma banheira de areia e depois adicionar o ar corretamente, basicamente ela se torna uma sopa liquefeita”, explica Rober em seu vídeo. Veja o vídeo para entender exatamente como funciona a banheira de areia líquida de Rober e a diversão que ela proporcionou a ele e seus sobrinhos. É incrível ver como a areia passa de sólido para líquido em segundos!


O ar que sopra para cima é igual à força descendente da gravidade. Isso faz com que a areia funcione em equilíbrio e permita que os grãos se deslizem como água. A superfície superior da mistura “é quase sem atrito”, diz Rober. “É como uma mesa de hóquei no ar. E então, quando você corta o ar, congela tudo exatamente onde está, levando os ingredientes da banheira a transformar de volta em areia comum e pesada”.
Para conhecer mais trabalhos fantásticos de Mark Rober, acesse seu canal no YouTube.


Fonte: Mental Floss

Adblock Detectado

SEI QUE VOCÊ NÃO GOSTA DE PROPAGANDA, NÓS TAMBÉM NÃO

Mas essa é a maneira que encontramos de mostras as matérias gratuitamente para você.

Por favor, desabilite seu AdBlock e desfrute de todas as informaççoes do nosso site.

Muito obrigado, Blog Do Engenheiro

×