BIANCA SALGUEIRO, DE 'FINA ESTAMPA', CONCLUI MESTRADO EM ENGENHARIA NA FRANÇA E NÃO PENSA EM VOLTAR AO BRASIL


Há quatro anos morando na Europa, Bianca Salgueiro diz que bate muita saudade de atuar quando revê, pela internet, suas cenas como a estudante Carolina, neta da personagem Arlete Salles, em "Fina estampa", novela que está de volta ao horário nobre.
Ex-protagonista da temporada 2013 de "Malhação", e atualmente com 26 anos, ela decidiu ir atrás do sonho de terminar os estudos em Engenharia Mecânica fora do país e se mudou para a França, onde conquistou, além do diploma duplo (um brasileiro e um francês), um mestrado na área.
"Me vendo agora na TV, fiquei com muita saudade de atuar. Mas morar no exterior sempre foi o maior sonho da minha vida, desde criança. Eu achei que era o momento ideal. Logo após 'Malhação', eu decidi me dedicar a isso. Acabei ganhando uma bolsa de estudos do governo francês para estudar o mestrado na França", conta ela, que hoje mora e trabalha numa empresa em Madri, na Espanha.
Bianca enfatiza que a decisão de estudar fora e, consequentemente, de se afastar da carreira artística, não foi fácil. "Não foi porque eu não gostava de atuar. Foi uma decisão muito difícil dar essa pausa na carreira, mas eu precisava disso naquele momento. Durante os três anos que eu passei na França, essa vontade de atuar ficou adormecida, eu simplesmente tentava não pensar nisso para não me questionar demais e aproveitar aquele momento, que foi muito importante na minha vida", explica.
Ela ainda entrega que planeja se mudar para a Suíça e que "a curto prazo", não pensa em voltar a viver no Brasil: "Hoje, a minha vida está na Europa".

Atriz foi 1º lugar no vestibular em 2011
Na época, de "Fina estampa", Bianca foi assunto nos noticiários ao ser classificada em quatro vestibulares do Rio no curso de engrenharia, sendo um deles, em primeiro lugar na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Ela então, optou por estudar na PUC, onde ganhou bolsa integral por conta da nota do Enem.
Bianca estreou na TV como atriz mirim. O último trabalho dela nas telinhas foi numa participação na novela "A lei do amor", em 2016.
Fonte: Jornal Extra

A contribuição da engenharia em tempos de pandemia

"Às vezes, em momentos desafiadores, não nos damos conta de como foi grande o desenvolvimento humano nos últimos séculos e principalmente nas últimas décadas. Menos ainda em períodos da chamada normalidade. Temos como sociedade e civilização um longo caminho a percorrer. Mas deveríamos, de um modo geral, nutrir uma profunda gratidão pelo que já alcançamos.
Vale aqui uma breve reflexão trazendo uma questão simples que coloquei recentemente aos meus alunos. O que, por exemplo, a engenharia civil tem a ver com o setor agropecuário? Quando paramos para pensar vamos ver que tem muita coisa. E nem estou me referindo à engenharia da agronomia, ou à engenharia mecânica que desenvolve todo o extraordinário maquinário, ou à engenharia de produção que também lançando mão dos novos recursos tecnológicos levou a cadeia de valor do setor a patamares antes inimagináveis. Basta lembrar, como já comentei em textos anteriores, que o Brasil sozinho tem condição de produzir de 48 a 50 % de toda a comida do mundo! Nenhuma surpresa, para quem é observador, sobre as ações / atitudes de países como a China em relação ao Brasil. Sob o ponto de vista da China há, a longo prazo, muita coisa em jogo. Segurança alimentar é uma questão de segurança nacional que vai obviamente além da “amizade” entre nações. Mas voltando à engenharia civil para responder a nossa questão basta pensar na logística da cadeia de valor. A produção precisa ser irrigada. Precisa ser armazenada e transportada ao seu destino final. Desde a pesquisa operacional tradicional à viabilização técnica dos modais de transporte, a engenharia civil se faz essencial: Rodovias, ferrovias, portos aeroportos entre tantas outras coisas.
Mas em momento de desafio, mesmo que transitório, como o que vivemos com a pandemia em curso, é essencial uma coordenação centralizada de todos estes recursos. Ações isoladas de governos locais e regionais por ignorância dos impactos na logística geral de transporte, armazenamento e distribuição de alimentos, medicamentos e tantos outros insumos essenciais chega a ser uma barbaridade. Mais grave ainda se há interesses mesquinhos de poder e dominação a todo custo disfarçados de defesa ao bem comum. Um exemplo é a estrutura de produção e distribuição de equipamentos médicos como respiradores que precisam chegar a seu destino.
Isto nos remete aos hospitais onde além de todo o seu corpo médico, enfermeiros (as) e staff de apoio, tudo depende hoje de aparelhos e sistemas de engenharia. Se quisermos nos ater apenas à estrutura física das instalações hospitalares podemos pensar também na construção de centros de saúde e hospitais e instalações hospitalares emergenciais em todo o mundo. Sem os engenheiros não daria para fazer isso.
Se prevalecer um mínimo de bom senso, o Brasil tem todos os meios para vencer bem este momento. Em alguns pontos aproveitando o aprendizado de outros países, adaptando à realidade local e até fazendo melhor algumas coisas. Apesar de muitas coisas o Brasil tem uma boa engenharia que, além disso e cada vez mais, vai se integrando e lançando mão de tecnologias desenvolvidas, dentre outras, pela engenharia eletrônica e a engenharia da computação e que por sua vez, são viabilizadas pela ciência da computação e ciência de dados, juntas rumo aos primórdios da inteligência artificial. Quando atravessarmos o túnel ate o fim desta pandemia, a engenharia e os engenheiros terão feito a sua parte. Claro, se o que há de mal na política brasileira não conseguir atrapalhar demais."
Jose Antonio de Sousa Neto*
* Professor da EMGE (Escola de Engenharia de Minas Gerais)
Fonte: DOM Total

Cursos Gratuitos Para Fazer Na Quarentena

Com a intensificação dos casos de contaminação pelo Novo Corona Vírus (Covid-19), que já se somam mais de 3400, muitas empresas liberaram seus funcionários para trabalharem de modo Home Office e escolas fecharam suas portas para os alunos porém não deixaram de manter suas aulas via On-line.

Pensando nessa quarentena que estamos passando em casa, o Blog Do Engenheiro separou alguns cursos para você estudar em casa pelo seu computador ou smartphone e o melhor, de graça.

Várias escolas, universidades e plataformas de cursos disponibilizaram aulas gratuita para não ficarmos com tempo ocioso de mais.

São cursos focados em várias áreas do conhecimento como biologia, programação, gestão entre outras.

Então vamos lá.

SENAI

O SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) disponibiliza em sua plataforma alguns cursos de arquitetura, finanças, empreendedorismo.
Para ter acesso ao serviço entre no link EAD SENAI e faça seu cadastro.

O SENAI disponibiliza certificado válido em todo território nacional.

UFF - Universidade Federal Fluminense

A UFF disponibilizou cursos de redação, educação ambiental entre outros no seu site. Para ter acesso clique em CURSO UFF.
A UFF emite certificado porém apenas para os cursos pagos.

IFRS - Instituto Federal Do Rio Grande do Sul

O IRFS conta com muitos cursos gratuitos para todos, separados por área do conhecimento, vão de ciências exatas com matemática básica, física, eletrostática passando por ciências biológicas com primeiros socorros e saúde ocupacional até as ciências humanas cotando com finanças pessoais, geografia e muitos outros.

É curso para todos os gostos. Acesse em CURSOS ABERTOS IRFS.

STOODI

É uma plataforma de cursos voltada para os estudantes do ensino fundamental e médio. 
Faça o cadastro e estudo de forma gratuita no programa PORTAS ABERTAS

UDEMY

Essa é uma das mais famosas plataformas de cursos online. E agora está liberando cerca de quinhentos cursos free para que ninguém fique sem estudar.
Acesse em UDEMY GRÁTIS.

Eai, depois de tantas opções ainda vai ficar aí parado. Não deixe seu cérebro atrofiar e é sempre bom lembrar, "conhecimento nunca é de mais e é a única coisa que ninguém tira de você".

Compartilhe essa matéria para que todos saibam dessa novidade.

Por que a sustentabilidade é importante para o mundo?

Com certeza você já ouviu o termo SUSTENTABILIDADE ultimamente, mas você sabe realmente a importância?

Sustentável é a capacidade de se manter no meio ambiente sem que esse seja destruído permanentemente.

Atualmente a população cresce de maneira exponencial e consequentemente as construções e desmatamento. Todos sabemos que a natureza é uma das coisas mais importantes da Terra para se manter a vida nesse planeta.

Imagine agora que se nós não cuidarmos do nosso planeta, ele acaba. Se cada um de nós fizermos um pouco que seja, por exemplo levar o lixo até uma lixeira próxima ou deixar de demorar no banho, coisas simples, o mundo agradece.

Outro fator importante para melhorar o convívio com a terra é se especializando e aprendendo coisas novas como investimento em energias renováveis, não poluentes.

Pensando nisso, escolhemos um curso para você aprender um pouco mais sobre sustentabilidade.

Acesse o link: SUSTENTABILIDADE e saiba todas as etapas.

Já usou o LinkedIn Learning?

A rede social da Microsoft tem uma plataforma de cursos online muito interessante para a carreira de todos os engenheiros.

Há cursos importantes para todas as áreas da engenharia, por se tratar de negócios, gerenciamento e gestão de projetos.

A plataforma conta com mais de 15 mil cursos, desde Programa Office (uma vez que a proprietária da rede social é também dona do Office) até o Six Sigma. Desde gerenciamento de tempo de projeto até curso de oratória.

VEJA TAMBÉM: 

Empresas de engenharia do Rio pedem suspensão de licitações de obras públicas


Vamos ao preços, que não é menos importante. Existe a opção de comprar o acesso por mês e sai pelo valor de R$ 49,99 e a opção comprando uma assinatura anual pelo valor de R$ 359,88 (divididos em doze parcelas de R$ 29,99 cada).

Mas se você quiser experimentar antes de ter certeza se o investimento vale a pena, é possível acessar a plataforma por um mês como forma de teste (o que dá pra assistir vários cursos, já que muitos têm duração de menos de uma hora).

Além de estudar com os cursos, tem ainda a possibilidade de ser instrutor da plataforma, é uma verdadeira versão da Udemy, porém com assinatura de acesso e não por curso.

Na minha sincera opinião, vale e muito a pena, pois ainda é disponibilizado os certificados de conclusão.

Para acessar a plataforma clique no link: LinkedIn Learning.

É necessário ter um perfil no LinkedIn para ter acesso, mas acho que isso não precisava ser informado. Ou precisava.

Empresas de engenharia do Rio pedem suspensão de licitações de obras públicas

A Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro (AEERJ) pediu formalmente aos governos do Estado e municipais que cancelem os processos de licitação em vigor e não convoquem novas concorrências enquanto durar a pandemia do novo coronavírus.
Em nota, a AEERJ informa que “as empresas estão desmobilizando a força de trabalho” para seguir as medidas de isolamento social necessárias para conter a propagação da Covid-19. Por isso, não é possível “preparar orçamentos e propostas para participar de licitações ou pregões”.
“A AEERJ entende que o momento é de focar na prevenção da doença e na proteção das pessoas”, diz a nota divulgada pela entidade.

Fonte: IstoÉ

ENGENHARIA HOJE | ENGENHARIA PODE AJUDAR A EVITAR A TRAGÉDIA DAS CHUVAS DESTE ANO


Não é possível evitar chuvas fortes, como as que caíram sobre a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) em janeiro e fevereiro deste ano. Mas é possível minimizar seus estragos. O segredo está no monitoramento e na prevenção.
Para isso, a engenharia tem soluções a oferecer. E há tempo para que essas soluções possam ser implementadas. A janela é de seis a oito meses – o tempo que vai de agora até o início da próxima estação das chuvas, no final do ano.
A engenheira civil e professora do curso de engenharia do Centro Universitário UNA, e doutora em recursos hídricos Márcia Maria Guimarães, afirma que as chuvas deste ano que ocorreram principalmente no dia 28 de janeiro, cuja intensidade máxima foi observada na bacia do córrego do Leitão na região Centro-Sul da Capital, foram eventos climáticos totalmente fora do padrão ou “fora da curva”.
Porém, segundo ela, é possível reduzir seus danos, caso venham a repetir-se nos próximos anos. Umas das medidas que ela sugere é a melhoria das informações preventivas sobre as chuvas críticas.
Um avanço, no seu entendimento, é o mesmo sistema de monitoramento e alerta indicar também, com maior precisão o nível que a água deverá atingir nos cursos de água nas regiões que vierem a ser as mais afetadas, o que ainda não ocorre hoje.
De acordo com Márcia Guimarães, ao informar isso, o cidadão poderá, com certa antecedência, deixar o local, ou retirar até mesmo uma parte de seus pertences. “Ele precisa saber até onde a água vai chegar na porta da casa dele”, afirma Márcia Guimarães. “É preciso fazer um refinamento maior do sistema de previsão de alerta de cheias”, diz a engenheira, que também faz parte da Comissão de Recursos Hídricos da Sociedade Mineira de Engenheiros (SME).

Engenharia – Do ponto de vista da engenharia, o engenheiro civil Sérgio Menin Teixeira de Souza considera importante a construção dos chamados “piscinões”, instalações que, em chuvas de grande volume, armazenariam parte da água de forma a evitar que toda ela escorra, ao mesmo tempo, para o sistema de drenagem. Este, sem conseguir dar vazão ao volume extra de água que recebe, transborda, como ocorreu quatro vezes este ano na avenida Tereza Cristina, na região Oeste de Belo Horizonte.
O importante, segundo ele, é que, nas chuvas de grande volume, consiga-se o aumento do tempo de concentração, nome técnico dado ao intervalo de tempo que a água gasta para ir da cabeceira do curso d’água ao canal principal de escoamento. Quanto maior a impermeabilização do solo, menor é o tempo de concentração.
Em Belo Horizonte, nas últimas décadas, com o aumento da impermeabilização, ocorreu a redução desse tempo e, com isso, o aumento da vazão. Os sucessivos transbordamentos da Tereza Cristina, como ocorrerem neste ano, são a face visível da redução do tempo de concentração.
Lá, de acordo com Sérgio Menin, o cálculo da vazão do canal não levou em conta, em sua totalidade, o aumento da impermeabilização do solo que ocorreria nas décadas seguintes ao planejamento da obra, que foi feita no início dos anos de 1990. Porém, ele mesmo reconhece que refazer o canal, aumentando sua calha, é algo impossível, pelo custo e também pelos transtornos que causaria à rotina da cidade.
Para isso, ele defende como solução principal a construção das bacias de contenção, nome técnico dado aos populares “piscinões”. Para o córrego do Ferrugem, afluente do Arrudas, estão previstos três. Sérgio Menin afirma que, em seis meses, desde que se tenha os recursos, é possível construir, senão os três, mas pelo menos um ou dois, que nas chuvas do ano seguinte já amenizariam os possíveis efeitos das chuvas fortes.
Além dos piscinões, há também, do ponto de vista da engenharia, a alternativa de se introduzir, na calha do próprio canal, artifícios que reduziriam a velocidade da água, como os degraus de dissipação de energia ou mesmo a redução de sua declividade, esta última, como ele mesmo reconhece, mais difícil, do ponto de vista técnico, de ser implementada.
Sérgio Menin afirma, porém, que, do ponto de vista da engenharia, é possível reduzir a possibilidade de transbordamento, bastando, para isso, que as soluções técnicas de engenharia sejam corretamente aplicadas.“Deixamos de tratar o assunto com a devida técnica e o resultado tem sido catastrófico”, afirma Sérgio Menin.
Conjunto de medidas – Para o engenheiro civil especializado em obras hidráulicas Mário Cicarelli Pinheiro, ex-professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em relação às chuvas do dia 28 de janeiro, não haveria muito o que fazer, tendo em vista que foram precipitações em volume muito acima do normal.
Porém, de modo geral, para se amenizar os efeitos das chuvas no próximo verão, ele recomenda que se adote um conjunto de medidas, como a construção de bacias de detenção no ribeirão Arrudas, bem como os desvio do canal de macrodrenagem da avenida Vilarinho, na região Nordeste de Belo Horizonte.
Ele também defende, em conjunto com a Defesa Civil, o aprimoramento do sistema de alerta contra enchentes, considerando-se, como ele ressalta, a grande eficiência já obtida durante as últimas chuvas. Cicarelli propõem, ainda, a divulgação das áreas com risco de inundações nos trechos mais críticos dos fundos de vale e que seja estudada a eficiência da aplicação das chamadas técnicas compensatórias de drenagem urbana,como telhados verdes, jardins de chuva, trincheiras de infiltração e reservatórios de detenção em nível de lote, entre outras medidas. (Conteúdo produzido pela SME)
Fonte: Diário do Comércio

Projeto de engenharia para pavimentação de rodovia custa R$ 1 milhão

A empresa HDO Engenharia e Consultoria Eireli foi contratada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) para elaborar projeto de engenharia de implantação de rodovia, pelo valor de R$ 1.010.433,96. O contrato foi publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (28).
Conforme o extrato, a empresa vai elaborar projeto executivo de engenharia, com estudo de viabilidade técnico econômica e ambiental (EVTEA), para implantação e pavimentação asfáltica, inclusive obras de arte especiais, do Anel Viário Sul, trecho entrº BR-376, entre MS-156 – MS-163 – e BR-463, no município de Dourados, a 233 quilômetros de Campo Grande. 
A fonte de recurso para pagamento do contrato é do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento Rural), para projetos arquitetônicos. 
O prazo para execução do serviço será de 180 dias consecutivos, contado da data de recebimento da Ordem de Início dos Serviços, a ser expedida pela Agesul. Assinam o extrato o diretor-presidente da Agesul, Luis Roberto Martins de Araújo e o responsável pela empresa, Halberth Dutra de Oliveira.

Vendendo chocolate no metrô, haitiano se forma em Engenharia.

Em 2010, quando um terremoto destruiu o Haiti, Guerlinx Doriscard, ao 21 anos de idade, veio buscando refúgio no Brasil.


Não sabendo nem falar português, Guerlinx penou para conseguir um emprego e pagar aluguel. Ele conta que passou alguns dias nas ruas de São Paulo antes de ser chamado para trabalhar em Americana, com a promessa de residência e comida garantida. Mas, "a realidade é que tínhamos uma jornada de 10, às vezes 12 horas de trabalho, muitas vezes nem levavam comida."

Foi quando iniciou os estudo em um curso de línga portuguesa e prestou o vestibular conseguindo ingressar no curso de engenharia civil da Unisal.

Mas para manter-se, Guerlinx comprava chocolate e vendia no metrô de São Paulo aos finais de semana. Agora possui uma lojinha que diz ter o desejo de transformá-la em seu escritório de engenharia.

Para o temido TCC, Guerlinx se inspirou na sua terra natal e na dificuldade de reconstruir as casas destruídas, o jovem idealizou um tijolo ecológico, barato e eficaz.

Para manter o foco em seu projeto, ele busca o investimento para manter sua ideia e assim conseguir ajudar milhares de pessoas, não só do Haiti, mas de todo o mundo que precisa construir sua casa e passa por dificuldades.

Por que usar um gerador de energia? Confira as diferenças e qual tipo é mais apropriado

Gerador 55 KVA

Equipamento é indispensável na sociedade contemporânea

Desde a descoberta da eletricidade, a sociedade passou a utilizar o recurso de diferentes formas.

Foi descoberta por um filósofo grego chamado Tales de Mileto que, ao esfregar um âmbar a um pedaço de pele de carneiro, observou que pedaços de palhas e fragmentos de madeira começaram a ser atraídas pelo próprio âmbar.


Do âmbar (gr. élektron) surgiu o nome eletricidade. No século XVII foram iniciados estudos sistemáticos sobre a eletrificação por atrito, graças a Otto von Guericke. Em 1672, Otto inventa uma maquina geradora de cargas elétricas onde uma esfera de enxofre gira constantemente atritando-se em terra seca. Meio século depois, Stephen Gray faz a primeira distinção entre condutores e isolantes elétricos


Em 1879, por exemplo, ocorreu um dos feitos memoráveis sobre o assunto, quando Thomas Edison patenteou a lâmpada elétrica e, desde então, nos tornamos capazes de iluminar qualquer ambiente em que haja acesso à eletricidade.

Tales de Mileto
Com várias outras invenções e inovações baseadas na energia elétrica desde então, ela se tornou fundamental, ao ponto de ser impossível imaginarmos nosso mundo sem a facilidade de ligar qualquer equipamento à tomada e, então, utilizá-lo imediatamente.

Tamanha é a necessidade pela eletricidade que foram desenvolvidos os geradores de energia, mais especificamente no ano de 1866, pelo co-fundador da Siemens AG, o inventor Werner von SIemens, de modo que fosse virtualmente possível ter energia elétrica em, literalmente, qualquer lugar.

Se você não sabe muito bem como este equipamento funciona, fique tranquilo, pois veio ao lugar certo! Entenda tudo o que precisa saber sobre este elemento tão importante em nosso cotidiano.

O que é um gerador de energia?

Thomas Edison
É o equipamento responsável pela geração de energia elétrica e seu posterior uso para os devidos fins, em locais que sejam ou não supridos pelas redes convencionais de distribuição de energia elétrica.

Na verdade, ainda que tenha ficado conhecido como gerador de energia, em sua essência o equipamento seria um conversor de energia, já que não realiza a geração de maneira espontânea, mas sim converte uma forma de energia em outra.

Funciona assim: os geradores são abastecidos com uma fonte de energia química, ou seja, um combustível, que geralmente é o diesel, mas também pode ser o etanol, a gasolina ou o gás natural.

Por meio do fenômeno da indução eletromagnética, o combustível é utilizado para alimentar o dínamo gerador de corrente contínua, cuja rotação faz com que chegue tensão aos terminais dos rolamentos, ou seja, a energia mecânica se converte em energia elétrica.

Isso significa que é possível levar eletricidade a qualquer lugar, desde que haja a possibilidade de abastecer o tanque de combustível do equipamento.

A área, inclusive, movimenta cifras bem altas. De acordo com o relatório “Portable Generator Market Size, Share & Trends Analysis Report By Product, By Power Range, By End Use, And Segment Forecasts, 2019 - 2025”, da Grand View Research, o mercado global de geração de energia elétrica foi avaliado em US$ 3,7 bilhões em 2018.

Além disso, o mesmo relatório informa que a estimativa é de que a taxa de crescimento anual composta (CAGR, ou Compound Annual Growth Rate) entre 2019 e 2025 deve ser de 5,2%, o que resultaria em um valor de US$ 5,276 bilhões no último ano citado.

Todo gerador de energia é igual?

Não. Embora a finalidade seja a mesma, existem diferenças importantes entre os equipamentos que influenciam em seu funcionamento, como as seguintes:

-       Combustível: o diesel tende a ser o mais utilizado, já que possui uma boa autonomia e sua logística é simples. Depois dele, a gasolina é outro combustível também bastante comum, além de etanol e gás natural, esses dois últimos menos usuais.

-       Potência: de acordo com a demanda energética do sistema, é necessário ter um gerador com a potência necessária para supri-la. Ela pode variar bastante, como de 25 kVa a 1.500 kVa, mas os equipamentos a partir de 500 kVa podem ser ligados em paralelo, o que torna a potência máxima do sistema virtualmente ilimitada.

-       Regime de funcionamento: os geradores podem funcionar em diferentes regimes, como stand-by (modo de espera, utilizado em locais que já contam com uma fonte confiável de energia elétrica), prime (disponível por um período ilimitado de horas, embora seu fator de carga médio tenha que ser de, no máximo, 70% da classificação “prime”) e contínuo (utilizado ininterruptamente, em paralelo com a fonte tradicional de geração de energia elétrica).

-       Características: há pontos em que os geradores podem variar, como formato, dimensões e tamanho do reservatório de combustível, entre outros, já que são equipamentos altamente versáteis.

A escolha do melhor equipamento depende de cada necessidade, o que ressalta a importância de ter um projeto dimensionado de maneira personalizada para cada cliente.

Afinal, por que usar geradores de energia?

Depois de conhecer a origem, o funcionamento e as características de tais equipamentos, chegou o momento de saber porque eles devem ser usados. Motivos não faltam, como os seguintes:

-       Energia elétrica ininterrupta: de hospitais a shopping centers, de indústrias a edifícios residenciais, o ideal é que todos os lugares tenham eletricidade à disposição a cada momento. Como as redes de transmissão estão sujeitas a falhas, quem deseja um funcionamento realmente ininterrupto deve optar pelos geradores de energia.

-       Corte de custos: quando um estabelecimento necessita de um grande volume de energia elétrica, os horários de ponta (quando o uso de eletricidade é maior no sistema de abastecimento) podem ser um pesadelo, já que a cobrança é feita com valores mais altos. Uma alternativa é utilizar a energia advinda dos geradores nesses períodos, de modo a economizar uma quantia considerável na conta.

-       Projetos dimensionados de maneira personalizada: seja qual for a demanda energética, é possível elaborar um projeto perfeito para o que o local precisa, de modo que o aproveitamento sempre seja o melhor possível.

-       Auxílio à sustentabilidade: em uma sociedade que preza cada vez mais pela preservação do meio ambiente, os geradores também podem ajudar, já que há opções de combustível apropriadas para tal, como o etanol.

-       Inclusão social: todas as regiões podem contar com geradores de energia, até as mais remotas e que não dispõem de um sistema confiável (ou mesmo algum sistema) de transmissão de eletricidade, o que significa que os geradores também podem ajudar em termos de inclusão social.

Gerador de energia: uma necessidade contemporânea

A eletricidade hoje se coloca como uma das maiores necessidades na sociedade, como alimento e água, já que praticamente tudo o que utilizamos depende dela, dos computadores no trabalho ao chuveiro para tomar um banho relaxante quando chegamos em casa.

Depois de entender sobre seu funcionamento, características e importância no mercado, fica claro porque alugar gerador de energia é uma necessidade para um número cada vez maior de empresas. Afinal de contas, o uso de eletricidade só tem a crescer com o passar do tempo!

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