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A Empresa Junior da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo recebeu o desafio de criar um aplicativo para auxiliar e facilitar o acesso ao exames e informações às mães e gestantes que utilizam o Sistema Unico de Saúde (SUS). 
Então surgiu o "Teste da Mamãe".
A missão foi proposta pelo Instituto de Diagnóstico e Prevenção (IDP) da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Goiânia, em parceria com o governo de Goiás, para fazer parte do programa também intitulado Teste da Mamãe
O programa busca melhorar a qualidade da assistência pré-natal, permitindo a triagem de doenças que podem ser transmitidas da gestante para o feto, como sífilis, HIV e toxoplasmose. 
O software desenvolvido pela Poli Júnior foi pensado para reduzir o tempo na entrega de exames, mas, além disso, o aplicativo oferece outros elementos: um calendário no qual é possível anotar características de humor, peso e outras informações relativas ao período gestacional, um espaço para resolução de perguntas frequentes, e um chatbot, bate-papo virtual com um robô que tira dúvidas. 
A usuária relata ao aplicativo informações como “estou sentindo dor nas costas” e o chatbot responde dando instruções sobre o que pode significar e o que pode ser feito. No caso desse exemplo, o robô lembra que a coluna vertebral fica sobrecarregada durante a gravidez e pergunta se a dor é muito forte, indicando a procura de um médico caso ela seja persistente.
Pedro Maronezi, estudante de Engenharia Elétrica e líder de projetos na Poli Júnior, conta que o aplicativo foi desenvolvido utilizando ferramentas como a inteligência artificial, empregada no programa de conversação entre as usuárias do aplicativo e o robô que responde às dúvidas. 
“Foi a primeira vez que a empresa júnior utilizou esse artifício. Então como resultado final, pudemos entregar o pedido do cliente e também um passo a passo de como utilizar essas ferramentas nos próximos projetos.”
Já são mais de 50 mil gestantes cadastradas no Teste da Mamãe. No momento, o aplicativo funciona apenas em Goiás, mas a expectativa é que o projeto alcance nível nacional.
Fonte: Jornal da USP

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